terça-feira, 24 de agosto de 2010

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Avaliação do Debate na Band (PB)

O Debate foi realizado na Tv Clube, rede afiliada a Tv Bandeirantes, aqui na capital da Paraíba. Com os seis candidatos presentes, o debate foi rico em acusações contra o ex-prefeito Ricardo Coutinho (PSB), como também ao governador do Estado da Paraíba, José Maranhão (PMDB). Nesse clime de desputa, Ricardo Coutinho critica José Maranhão trazendo ao conhecimento dos eleitores o fato dele não ter construído sequer uma única casa, nos 17 meses de governo.

"O senhor entregou casas construídas no governo anterior que só faltavam portas e janelas. O Estado não tem política de habitação, porque o senhor preferiu investir milhões em propaganda", Disse Ricardo Coutinho.

De outro lado, Marcelino (PSTU) fala que Ricardo fez contratos de pessoas para prestação de serviços, além do aceitável, tendo como objetivo o interesse político.

Nelson Júnior (PSOL) levantou o fato de que o ex-prefeito Ricardo Coutinho tinha se vendido as oligarquias políticas do grupo Cunha Lima, deixando para trás uma história de um verdadeiro político que o mesmo foi no passado, acrescentando sua insatisfação contra a pessoa "corrompida" do Ricardo Coutinho atual.

Podemos descacar ainda que o confronto Ricardo x Maranhão aconteceu apenas no penúltimo bloco do debate. Os temas debatidos pelos candidatos foram fidelidade partidária ao presidente Lula (indagação dirigida por Ricardo contra Maranhão) e o combate as Drogas. Durante esse clima de disputa argumentativa Ricardo destaca que Maranhão nem sempre esteve do lado de Lula, deixando a entender que a aliança Maranhão-Lula, era apenas por conveniência. Mas o governador se defende, mesmo atrapalhado nas datas que defendeu Ulisses Guimarães e Lula. Ricardo o critica dizendo que as resposta de Maranhão não condiziam com a verdade, na tentativa de apagar o comentário que recebera pelo candidato Nelson Junior, que o desmascarou no que se refere as alianças Ricardo-Cassio.

Em Seguida, O governador Maranhão o questiona sobre o problemas das drogas. Ele aproveitou o espaço para dizer que na prefeitura de João Pessoa o conselho antidrogas nunca funcionou, ao contrário do que aconteceu com o Estado. Ricardo Coutinho critica a posição de Maranhão no que se refere a criação de centros de ajuda a drogados e ainda fala que existe uma ausência por parte do governo Estadual no policiamento contra os traficantes de drogas. E ainda garantiu que o conselho está em funcionamento na Capital.

Geraldo Valencia

Leia Tambem: Eleições 2010

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Por que não sou socialista

A moda entre os ateus desde Karl Marx é o socialismo. Em sua essência, o socialismo entroniza o Estado no centro de tudo, como se o Estado tivesse algum tipo de vocação ou permissão divina para substituir Deus e preencher todas as necessidades humanas: educação, saúde, moradia, emprego, etc. Querendo ou não, todo governo que promete tal provisão total é socialista.
A moda socialista impôs na mentalidade coletiva a estranha “normalidade” de se ver o governo como devendo tomar conta de todas as necessidades humanas, como se precisássemos de uma super-babá estatal “cuidando” de nós a vida inteira. Pergunte a uma simples faxineira ou a um poderoso empresário qual é o papel do Estado, e todos roboticamente ecoarão: dar educação, saúde, moradia, emprego, etc. A lavagem cerebral está praticamente completa agora. Tudo está pronto para a vinda do reino da Besta.
Essa lavagem cerebral, que é epidêmica hoje, alcançou e transformou de tal forma a mentalidade de muitos cristãos nominais que eles defendem com a maior naturalidade ideias que são basicamente esquerdistas. Eles não têm a mínima vergonha de defender um Estado no lugar de Deus, ainda que com outras palavras.
Eu, por minha vez, não sinto vergonha nenhuma de não pertencer a essa ideologia, e dou a seguir minhas razões por que não aceito um Estado no lugar de Deus.
1. Não sou socialista porque não sou idólatra. A Bíblia coloca Deus como supremo provedor. No passado, os pagãos colocavam nessa posição de fornecedor de provisão Baal e outros deuses. Hoje, os socialistas colocam o Estado como supremo provedor, dando-lhe um caráter e função totalmente fora dos propósitos de Deus. Aceitar esse papel do Estado imposto pelo socialismo é aceitar a idolatria e cair em grave pecado contra Deus.
2. Não sou socialista porque não sou burro. A Bíblia diz que “pelos seus frutos os conhecereis”. Qual foi o fruto do marxismo, criado pelo satanista Karl Marx? O socialismo e suas variações trouxeram ao mundo mais de 100 milhões de assassinatos. O socialismo é hoje comprovadamente a ideologia mais assassina que existe.
3. Não sou socialista porque amo a Jesus Cristo com todo o meu coração. Não há lugar na minha vida para o socialismo. Jesus caminhava curando e pregando o Reino de Deus, enquanto os pregadores do “evangelho” da Missão Integral e outros rótulos da Teologia da Libertação pregam, em roupagem cristã, o reino deste mundo — o governo no papel de Deus. O único tipo de cura que esses falsos mensageiros pregam é o sistema de saúde do Estado, financiado por impostos abusivos e criminosos que violam os mandamentos de Deus.
4. Não sou socialista porque não sou blasfemador. Eu não misturo a Bíblia com a ideologia de Karl Marx e seus sucessores. Eu não uso o Evangelho e o nome precioso de Jesus Cristo para promover o socialismo e um Estado socialista. Não posso servir a dois senhores, porque seria blasfêmia pregar que, diante do sangue derramado de Jesus Cristo que vem salvando tantas almas, uma ideologia que derramou tanto sangue inocente é a resposta para os pobres. Eu vim de um passado pobre, e Jesus foi minha resposta. Igualar minimamente o socialismo derramador de sangue com Jesus que derramou seu próprio sangue por mim seria blasfêmia.
5. Não sou socialista porque não sou inocente útil e cego. A Bíblia deixa claro que nos últimos dias se levantará um arrogante e forte Estado idolátrico, que exigirá adoração para si. Esse dia chegou. Estamos no tempo final profetizado pela Palavra de Deus. O Estado hoje já em quase nada se parece com o que deveria ser um Estado de acordo com Romanos 13. O Estado moderno é um falso deus, com seus sacerdotes homossexuais (como as religiões pagãs no passado) e abortista, sedento de sangue de inocentes (como as religiões pagãs no passado).
6. Não sou socialista porque não aceito que o próprio Estado tenha se tornado uma religião, exigindo adoração para si acima de todas as religiões, mandamentos, preceitos, etc. O Estado hoje está cada vez mais refletindo a imagem da Besta, se impondo acima das religiões, igualando Jesus Cristo, o soberano Rei do Universo, com todos os falsos deuses, inclusive da bruxaria, e impondo obediência dos cidadãos a seus mandamentos pró-aborto e pró-homossexualismo. O Estado-Besta hoje é uma religião que não aceitará nada menos do que adoração e submissão.
7. Não sou socialista porque não sou cínico. Querendo ou não, confessando ou não, o cristão que trabalha pelo socialismo está promovendo uma glória estranha, ainda que desavergonhadamente diga que é tudo para a glória de Deus. Jesus não precisa do socialismo para glorificar o seu nome. Jesus não precisa de um Estado assistencialista e provedor de tudo para realizar os objetivos do Reino de Deus.
8. Não sou socialista porque sou cidadão do Reino de Deus. Nesses últimos dias, em que os Estados individuais estão se fundindo e se transformando no superEstado — ou Estado-Besta — previsto no Apocalipse, sinto alegria de fazer parte do exército de resistência profética, que junto com o Cordeiro vencerá (cf. Apocalipse 17:14). O Governo de Deus virá e destruirá o governo mundial da Besta construído durante muito tempo pelos simpatizantes do socialismo e outras aberrações.
9. Não sou socialista porque prego outro sistema de governo. O Rei Jesus Cristo tem seu próprio sistema de governo. Esse sistema de governo se chama Reino de Deus. Enquanto os socialistas ateus, católicos, evangélicos e bruxos pregam o reino de Karl Marx e seus sucessores, eu e muitos outros pregamos o Reino de Deus.
10. Não sou socialista porque não quero ajudar a construir o governo mundial da Besta. Enquanto uma multidão inumerável de socialistas ateus, católicos, evangélicos e bruxos está construindo o reino mundial da Besta mediante o socialismo, eu e muitos outros estamos avançando o Reino de Deus, que destruirá o reino da Besta.
11. Não sou socialista porque não sou cúmplice de ladrão e mentiroso. O Estado socialista, que usurpa o lugar de Deus prometendo preencher todas as necessidades humanas (saúde, educação, moradia, emprego, etc.), tem de cobrar impostos abusivos e criminosos da população. E mesmo depois de roubar sem parar, não cumpre suas promessas. Seja como for, o Estado não tem permissão de Deus para roubar, seja qual for a desculpa para o roubo.
12. Não sou socialista porque creio, conforme Romanos 13, que o papel do Estado é somente castigar os criminosos, inclusive com a pena de morte quando necessário, e elogiar os bons. Qualquer governo que ultrapasse e perverta os limites de Romanos 13 é demoníaco e merece ser denunciado e rechaçado. Qualquer cristão que pregue um governo que ultrapassa esses limites é um falso mensageiro e merece ser profeticamente denunciado.
13. Não sou socialista porque creio nas revelações da Palavra de Deus. O livro do Apocalipse alerta de forma bem clara sobre os perigos da Besta, que será um Estado abrangente e dominador. O Estado-Besta quer sobre si e seus mandamentos a atenção máxima de todos. O Estado-Besta que promete cuidar de todas as necessidades de todos obriga todos os cidadãos a ficar sob sua total cobertura “assistencialista”. O Estado-Besta que exige estar no lugar de Deus reflete na verdade sua alma de Baal, com sacrifícios de bebês (aborto) e sagrados e intocáveis sacerdotes do homossexualismo.
14. Não sou socialista porque tenho olhos para ver e ouvidos para ouvir o que a Palavra de Deus mostra e diz. Quem tem olhos para ver e ouvidos para ouvir, preste atenção no que Deus mostra e diz sobre a Besta, o terrível Estado nestes últimos dias, que enganará a todos. Prometendo dar educação, saúde, moradia, emprego, etc., quem é que não consegue enganar a população? Ano após ano, os políticos mais corruptos fazem essas promessas, e ano após ano a população os elege… O Estado-Besta já sabe o que fazer para capturar o coração do povo.
15. Não sou socialista porque não existe nenhuma ideologia que esteja lutando tanto para que “venha o reino da Besta” quanto o socialismo. Certamente, há outras ideologias colaborando, mas de longe o socialismo é o mestre de cerimônias desse macabro e apocalíptico show da Besta.
16. Não sou socialista porque sou filho de Deus, não fruto de ideologias que impregnam o imbecil coletivo das universidades e escolas. As escolas hoje, possessas da ideologia socialista, deformam os cidadãos, formando a mentalidade socialista em crianças que serão deputados, pastores, padres, médicos — todos num molde só, num só pensamento de que é o governo que deve preencher todas as necessidades de todos. Quebrei o molde. Sou de Jesus!
17. Não sou socialista porque não sou manipulado. A maioria dos pastores da Alemanha nazista usava Romanos 13 para ensinar os evangélicos alemães a se submeterem ao governo nazista. Assim fazem hoje os pastores esquerdistas com os governos socialistas. Assim farão os pastores com o Estado-Besta. Embora esses pastores “revolucionários” usem fielmente Romanos 13 para pregar “submissão e respeito” diante de governos “provedores”, por mais assassinos que sejam, eles não hesitam inflamar seus rebanhos evangélicos com atitudes de rebelião contra todo e qualquer governo que se desvia do ideal socialista.
18. Não sou socialista porque sou seguidor de Jesus Cristo. Eu o amo e ouço sua voz. Jesus é suficiente para mim. Jesus e seu sistema de governo — o Reino de Deus — são suficientes para mim.
Essas são apenas algumas das razões por que rejeito o socialismo e toda ideologia que coloca o Estado no pedestal e no centro da vida dos seres humanos.

J.Severo: JulioserveroBlog

Outras Matérias: MidiaSemMáscara

O Confisco dos Filhos pelo Estado

Marcos Luiz Garcia
O neném, de um ano, gatinha pela sala desbravando novos mundos que lhe vão ampliando o conhecimento, aproveitando o descuido dos adultos engajados em animada conversa. Após alguns metros de percurso, dois buraquinhos numa tomada lhe atiçam a curiosidade.
O que será isso? É a pergunta que lhe vem ao espírito, imersa, é verdade, na nebulosidade mental própria à sua muito tenra idade. Que tal enfiar ali o dedo para apalpar e compreender do que se trata?
Zeloso, por uma segunda natureza, o olhar materno detecta a situação que ameaça o juveníssimo e intui a iminência de um acidente. Célere, ainda sentada, a mãe procura evitar o perigo.
“Nãããooo. Não coloque o dedinho aí que você leva um choque”.
Estacando e voltando seus olhos para a mãe, sem compreender direito, mas intuindo as palavras de advertência, olha de novo os buraquinhos da tomada e volta a olhar a fisionomia vigilante da mãe.
Desagradado pela interrupção da sua exploração, sobretudo movido pela curiosidade que o domina, o neném resolve continuar sua investida. Volta-se para os buraquinhos decidido a introduzir num deles o dedinho. Nova advertência, nova parada, nova recusa, nova tentativa.
A curiosidade invencível não o abandona, e ele não cede. “Vou colocar meu dedinho no buraquinho.” Resolve e avança.
Percebendo que suas advertências foram insuficientes, a mãe opta por empregar um recurso que poupe ao filho querido um desastre e lhe grave eficazmente o ensinamento na memória. Dá-lhe uma ponderada, mas não fictícia, palmada.
O neném chora (um choro nem sempre isento de tática psicológica), porém mais por perceber o desagrado da mãe do que pela dor do golpe.
Durante ulterior incursão, vê-se de frente aos dois buraquinhos. Vem a curiosidade, vem o desejo de introduzir o dedinho, mas vem também a lembrança da palmada. Ele desiste e se resigna a não introduzir o dedinho. Continua o seu caminho, ileso.
Por que ele conseguiu não colocar o dedinho na tomada?
A atitude da mãe indicando reprovação e zelo, somada à palmada (punição pela desobediência), deram-lhe uma força de auto domínio que ele não tinha. Além de incutir um senso de justiça verdadeiro, embora muito elementar.
Bendita palmada que, sendo equilibrada e justa, ajudou o pequeno a dominar-se e a vencer-se a si próprio.
Bendita a mãe que soube formar o seu filho ensinando-o a dominar-se e a dizer não a si mesmo, pois sem isso é impossível viver bem e ser bom. Esta mãe amou o seu filho.
Ninguém tem condições mais privilegiadas para fazer isso do que a mãe e o pai, no âmbito do lar. O governo jamaisconseguirá proporcionar aos pequenos um ensinamento de tal qualidade, tão eficaz.
A lei contra as palmadas introduz dentro de casa um “olhar soturno do governo” que ficará perpetuamente entre os pais e a criança como um protetor dela contra eles. Criará a impressão de que, no fundo, os pais são maus e o Estado é bom. Salta aos olhos que o verdadeiro dono dos filhos será o Estado.
Pasmo ao imaginar que o Estado, favorável ao aborto, vira protetor dos filhos contra os pais!
Aliás, já existem leis preconizando a permanência dos filhos doze horas na escola logo a partir dos 3 ou 4 anos de idade. É a formação estatal, comunitária, igualitária, que torna a família desnecessária e a transforma em mera “chocadeira” para novos cidadãos.
Assim, o ditatorial PNDH 3 vai sendo executado sub-repticiamente visando jogar o Brasil no comunismo mais radical. Não nos iludamos, estamos na rampa para o abismo.
É preciso ser herói e não deixar-se arrastar.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Brasil tem instituto de pesquisa chavista


Desde a campanha presidencial brasileira de 2006 conhecíamos o "trabalho" da pesquisadora SENSUS e nos parecia inverossímil que no Brasil se estivesse repetindo impunemente o mesmo roteiro manipulador venezuelano.

Recentemente, na Bolívia e no Brasil, apareceram duas sondagens que dão conta de um componente importante do socialismo do século XXI: a manipulação da opinião pública através de pesquisas fraudulentas. Contribuição original venezuelana que se converteu em um artigo de exportação com o selo "FEITO NO SOCIALISMO", o slogan publicitário do governo.

A primeira, da transnacional francesa IPSOS, assinala que o Presidente Morales conta com uma aprovação de 55% [1]. Em nosso trabalho "Chávez, Evo, IPSOS e Mockus", trazemos à colação o questionamento que fizéramos a esta empresa por seu trabalho doloso na Venezuela em 2006. Nesse mesmo trabalho também assinalamos que a manipulação confeccionada por tal pesquisadora e o presidente Evo contra a opinião pública boliviana em 2010, se traduziria no que a transnacional galega teria se garantido uma "uma longa - e rentável - vida com Morales" [2]. A prova está à vista.

Aproveitamos a oportunidade para denunciar a manipulação de IPSOS na eleição presidencial chilena, já que passou por baixo da mesa naquele momento: IPSOS predisse que Piñera obteria 36% no primeiro turno [3] e, como sabemos, obteve 44%. Quer dizer, a sondagem era obviamente falsa porque incorreu-se em um erro de predição de 380%! Algo estatisticamente insustentável, uma vez que sempre espera-se que o erro de predição seja igual a zero.

A segunda sondagem é da pesquisadora SENSUS. Na quinta-feira 05 de agosto, "casualmente" o dia do primeiro debate entre Dilma Rousseff e José Serra, esta firma difundiu uma pesquisa na qual a candidata do mediador das FARC, Lula da Silva, avantajava em 10% ao candidato opositor [4]. Esta pesquisa não só não nos surpreende, senão que estávamos à sua espera por duas razões.

A razão de maior peso está no campo estatístico. Desde a campanha presidencial brasileira de 2006 conhecíamos o "trabalho" da pesquisadora SENSUS e nos parecia inverossímil que no Brasil se estivesse repetindo impunemente o mesmo roteiro manipulador venezuelano.

Naquela oportunidade SENSUS predisse, a dois dias da eleição, o seguinte: "A eleição está definida: o mais provável é que Lula ganhe no primeiro turno; segundo meus últimos dados, tem 59 por cento dos votos válidos contra 32 por cento do opositor Geraldo Alckimin", segundo declarou seu porta-voz Ricardo Guedes [5]. O resultado foi que teve-se que realizar o segundo turno porque Lula obteve 48,6% frente a 41,6% de Alckimin. Ou seja, que o erro de predição de SENSUS foi astronômico: 473%! Isto, repito, é inaceitável estatisticamente e só tem uma explicação: que a pesquisa é falsa!

A outra razão está no terreno político. O cliente das sondagens de SENSUS é a Confederação Nacional dos Transporte (CNT) brasileira, de simpatia lulista. Curiosamente, na visita realizada em abril de 2003 pelo presidente Chávez a Lula, informou-se em Recife sobre a imediata assinatura de um acordo comercial com tal Confederação: "A compra de 4 mil ônibus e a provação de um projeto avaliado inicialmente em 500 milhões de dólares, porém que alcançará os 2 bilhões de dólares nos próximos 10 anos, estão contemplados em um projeto que Hugo Chávez assinará em breve com a Confederação Nacional dos Transportes (CNT) do Brasil" [6].

Ao que tudo indica, dentro do mencionado acordo incluiu-se uma cláusula para que a CNT contratasse uma pesquisadora que tivesse como tarefa difundir periodicamente pesquisas falsas, entre outras, as que dão a Lula uma popularidade superior a 80%.

Fonte: midiasemmascara.org

Baldomero Vasquez Soto | 15 Agosto 2010

Fonte2: http://www.diariodeamerica.com

Tradução: Graça Salgueiro

A mídia internacional fica ansiosa para aceitar, sem comprovações, essas falsas acusações sobre uma suposta vitimização de muçulmanos nas mãos daquelas que são as vítimas reais. E igualmente ansiosos ficam seus camaradas esquerdistas em círculos governamentais internacionais.

A Aliança Vermelha-Verde* está em marcha. O Parlamento Europeu, controlado pelos esquerdistas, aprovou em Strasburgo a resolução endossando o Relatório Goldstone. Esse relatório, deve-se lembrar, nega o direito de autodefesa a Israel, alegando que as ações de Israel para se defender das agressões palestinas durante o curso da Operação Chumbo Moldado foram crimes de guerra.

A resolução fez mais do que acatar as reivindicações infundadas do relatório Goldstone. Ela buscou silenciar aqueles que estão tentando fazer a porção vermelha da Aliança Vermelha-Verde pagar um preço por instigar a jihad (guerra santa).

A resolução "expressa sua preocupação com relação à pressão imposta às ONGs envolvidas na preparação do Relatório Goldstone e em investigações posteriores, e convoca as autoridades de todos os lados para se absterem de quaisquer medidas que restrinjam as atividades dessas organizações".

Essa declaração foi inserida para defender as organizações israelenses apoiadas pela União Européia - espantosamente associadas com o New Israel Fund (NIF, Fundo Novo Israel), uma organização de extrema-esquerda - que tiveram um papel importantíssimo em fornecerem a Richard Goldstone e seus associados as falsas alegações de ações ilegais [que teriam sido cometidas] pelos soldados das Forças de Defesa de Israel (FDI). Essas organizações - e o NIF - têm sido sujeitas, e de forma correta, a um escrutínio minucioso em Israel depois que seu papel na compilação do Relatório Goldstone foi revelado em janeiro pela organização estudantil israelense Im Tirzu.

Israel não é o único alvo da Aliança Vermelha-Verde. Suas operações se estendem pelo globo. Às vezes, como no caso do relatório Goldstone, a esquerda faz as acusações. Outras vezes, como no caso da ofensiva dos mísseis lançados pelo Hamas contra Israel, que precedeu a Operação Chumbo Moldado, os jihadistas atacam primeiro.

Em geral, os jihadistas são motivados a atacar os não-muçulmanos por causa de sua crença religiosa de que o islamismo deve dominar o mundo. E, em geral, a justificativa da esquerda pela agressão jihadista parte da sua crença neo-marxista de que o Estado-Nação liberal é a raiz de todos os males. Se a esquerda reconhece ou não que, se bem sucedido, seu conluio com os jihadistas levará à destruição da liberdade humana é algo que está sujeito a debate. Mas, se a esquerda entende ou não as conseqüências de suas ações, o fato é que ela tem tido um papel-chave em insuflar esse objetivo.

Massacrando os cristãos

Na Nigéria, no início de março, os jihadistas tomaram a iniciativa. Com a aparente colaboração do exército nigeriano dominado pelos muçulmanos, as gangues muçulmanas entraram em três vilarejos predominantemente cristãos ao redor da cidade de Jos e mataram mais de 500 civis inocentes, inclusive crianças, com facões, machados e punhais.

De acordo com relatos de testemunhas oculares, algumas vítimas foram escalpeladas e muitas foram estupradas. A maioria delas teve seus pés e suas mãos cortados. Bebês e crianças estavam entre os que foram chacinados.

O massacre foi premeditado. De acordo com porta-vozes do governo, os residentes muçulmanos foram avisados dois dias antes do ataque. Para assegurar que suas vítimas eram cristãs, os jihadistas dirigiam-se a elas em fulani, a língua falada pela maioria dos muçulmanos. Se as vítimas respondessem em fulani, estavam salvas. Caso contrário, eram golpeadas até a morte.

Poder-se-ia esperar que o massacre seria alvo de noticiários em nível mundial. Mas não foi o que aconteceu. Na verdade essa notícia mal foi notada.

Além disso, a cobertura insuficiente que esse acontecimento bárbaro recebeu da mídia foi contaminada pela obscuridade e falta de precisão. Os comentaristas e repórteres esconderam a identidade dos agressores e das vítimas, caracterizando a chacina jihadista como "violência sectária".

Eles também buscaram ofuscar o significado da chacina, afirmando que as gangues de muçulmanos decapitaram bebês em resposta a disputas por propriedades tribais.

Jessica Olien, do jornal The Atlantic, não apenas fez essas afirmações, como também não reagiu às dimensões da atrocidade, escrevendo o seguinte: "Vale a pena observar que a polícia confirmou apenas a morte de 109 pessoas".

Depois de minimizar o número de mortes, Olien voltou seus punhais literários contra as vítimas, afirmando que foram elas que fizeram com que isso acontecesse. Como disse ela, "é difícil não comparar o ataque do fim de semana com um que aconteceu em janeiro, no qual 150 pessoas da mesma comunidade muçulmana responsável pelo ataque de domingo foram brutalmente assassinadas. O ataque de 7 de março recebeu consideravelmente mais atenção internacional do que o incidente anterior".

Ah!, quanta injustiça. Segundo Olien, a atrocidade excessivamente noticiada retrata injustamente os cristãos assassinados como sendo vítimas. Ela sabe melhor: os muçulmanos estavam simplesmente retaliando os ataques que haviam sofrido.

Infelizmente para Olien e sua erudita justificativa para o barbarismo, está longe de ter sido esclarecido que as vítimas da violência de janeiro fossem muçulmanas. Escrevendo para o jornal Times de Londres, a baronesa britânica Caroline Cox afirmou que as vítimas principais da chacina de janeiro eram cristãs, e não muçulmanas.

De acordo com Cox, testemunhas oculares dos eventos de janeiro "indicaram que a matança começou quando jovens muçulmanos atacaram cristãos num domingo de manhã enquanto estes iam para a igreja. Os muçulmanos também foram mortos, quando aqueles que estavam sendo atacados começaram a revidar".

Cox continuou informando que o ataque de março seguiu um padrão agora familiar. Os ataques "são iniciados por muçulmanos extremistas bem armados, cantando slogans militantes, atacando e matando cristãos e outros cidadãos não-muçulmanos e destruindo casas e locais de culto. 'Nos primeiros estágios do ataque, os militantes muçulmanos levam os cadáveres para mesquitas onde os fotografam e enviam as fotografias para a mídia, criando a impressão de que esses mortos são vítimas muçulmanas".

A mídia internacional fica ansiosa para aceitar, sem comprovações, essas falsas acusações sobre uma suposta vitimização de muçulmanos nas mãos daquelas que são as vítimas reais. E igualmente ansiosos ficam seus camaradas esquerdistas em círculos governamentais internacionais.

Na esteira do massacre de março, a secretária de Estado americana Hillary Clinton e o secretário-geral da ONU Ban Ki-moon emitiram declarações em que não fizeram quaisquer distinções entre as vítimas e os agressores. Ambos solicitaram aos "dois lados" que agissem com "moderação".

Na aparente disposição da esquerda de esconder a natureza dos ataques de janeiro e depois menosprezar o massacre de março, temos um exemplo da facilitação esquerdista quanto à violência dos jihadistas. Na Nigéria, logicamente, os jihadistas são os atores principais e os esquerdistas são meramente seus ajudantes.

Em Israel, os esquerdistas apóiam os jihadistas

Em Israel, os papéis são geralmente invertidos. Aqui é a esquerda que conduz os jihadistas pela mão. Veja, por exemplo, a campanha da esquerda contra os direitos de propriedade dos judeus em Jerusalém. Nos bairros Sheik Jarrah/Shimon Hatzadik, as edificações que pertenciam aos judeus foram confiscadas pela Jordânia em 1948, depois que ela conquistou a cidade. Por toda a década passada, os proprietários judeus lutaram nos tribunais para resgatarem seus direito às edificações e para removerem os árabes intrusos que se apossaram delas.

Tribunal após tribunal manteve os direitos dos judeus às propriedades. E, de fato, há mais de uma década, os invasores aceitaram um acordo no qual reconheceram os direitos dos reais proprietários e estes concordaram em permitir que os invasores ficassem ali contanto que pagassem o aluguel. Mas, quando os invasores pararam de pagar o aluguel, a esquerda os animou a se recusarem a desocupar os imóveis e a tentarem anular em juízo aquele antigo acordo. Finalmente, o caso chegou à Suprema Corte, que também reconheceu os direitos dos proprietários judeus e ordenou que a polícia executasse a ordem judicial e removesse os invasores ilegais.

A polícia removeu os invasores e dentro de poucas horas mudaram-se para lá inquilinos judeus, em consonância com um acordo com os proprietários legais dos prédios. Desde que se mudaram, os judeus têm sofrido constantes ataques de seus vizinhos árabes. Eles têm sido espancados e ameaçados de morte.

Nesse meio tempo, a esquerda transformou o caso dos invasores ilegais em uma causa célebre. Recentemente, milhares de esquerdistas fizeram uma manifestação anti-semita do lado de fora do complexo, exigindo que os judeus fossem retirados de suas casas. O argumento, logicamente, é que a permissão de que os judeus exerçam seus direitos legais de propriedade por residirem pacificamente em uma área predominantemente árabe é uma "provocação" inaceitável. Os invasores árabes que estão tentando roubar as propriedades, por outro lado, são as "vítimas".

Em vez de caracterizarem os manifestantes como anti-semitas, que estão atiçando o fogo da violência contra judeus inocentes por seu crime de morarem legalmente onde escolherem, a mídia local e internacional descreveu os manifestantes como "ativistas pacíficos" e "ativistas dos direitos humanos".

Por mudarem a realidade e por patrocinarem a causa dos jihadistas contra os direitos humanos de suas vítimas, esses manifestantes esquerdistas são tratados como celebridades por seus camaradas da mídia e em chancelarias do mundo ocidental. O Departamento de Estado americano disse que era "inaceitável" que os judeus se mudassem para suas casas.

Do mesmo modo, as Nações Unidas se apressaram em aceitar a afirmação da esquerda de que os direitos humanos exigem a negação dos direitos de propriedade aos judeus devido à sua etnicidade. Seu chefe do processo de paz, Richard Miron, disse: "Acho extremamente deploráveis as ações totalmente inaceitáveis de Israel nas quais as forças de segurança israelenses expulsaram judicialmente as famílias de refugiados palestinos (...) para permitir que os colonizadores tomassem posse de suas propriedades".

Esse é um comentário deprimente, que revela onde chegamos em nosso tempo, em que porta-vozes de democracias e supostos defensores dos direitos humanos estão dispostos a declarar publicamente que dar aos judeus igual proteção sob a lei é uma imposição inaceitável sobre seus vizinhos intolerantes. Mas a noção de que os judeus têm direitos iguais de comprar e possuir suas propriedades em áreas de Jerusalém, onde sofreram limpeza étnica ilegal por parte dos jordanianos em 1948, é agora uma grande causa combatida pela esquerda. E pode-se apenas pressupor que os jihadistas logo darão seu passo - para a gratificação de seus camaradas esquerdistas - contra os inocentes judeus de Jerusalém.

Isso nos traz aos acontecimentos que cercaram a visita de Joseph Biden, o vice-presidente dos Estados Unidos, a Israel. No primeiro dia de sua visita, num ato de rotina governamental, o Comitê de Planejamento e Edificações de Jerusalém aprovou os planos para construir 1.600 unidades habitacionais no bairro Ramat Shlomo. Esse bairro é um local com mais de 20.000 residentes, localizado entre os ainda mais populosos bairros de Ramot e Sanhedriya. De uma perspectiva israelense, ele é tão controvertido quanto Yad Eliahu em Tel Aviv ou Hadar em Haifa (ou seja, nada).

Mas não de uma perspectiva vermelha. Alguns minutos depois da decisão ter sido anunciada, a esquerda a usou como prova da venalidade de Israel. Por aprovar a construção de novas residências em sua capital, o governo foi condenado repetidamente. Os palestinos e a Liga Árabe embarcaram na onda. E agora, graças ao ataque violento dos esquerdistas contra Israel, qualquer vítima de assassinato em Jerusalém - ou em qualquer outro lugar de Israel - será considerada merecedora da justificada ira muçulmana.

Observando a acusação esquerdista, conduzida neste caso pela mídia israelense que estava espumando pela boca, Biden movimentou-se rapidamente. O homem, que veio a Israel em uma ofensiva cativante, já não conseguia esconder as verdadeiras simpatias do governo Obama. Depois de declarar seu inegável amor e fidelidade a Israel algumas horas antes, Biden mudou de rumo e condenou Israel por "enfraquecer" as perspectivas de paz.

Quando se referiu à sua condenação da decisão israelense de construir casas em sua capital, Biden disse: "Às vezes, apenas um amigo pode falar as verdades mais duras". E, ao menos quanto à dureza, ele está correto.

E assim, no espírito desse sentimento, deve ser dito: quando aqueles que pretendem apoiar a paz e os direitos humanos unem suas forças com a Aliança Vermelha-Verde, na verdade o que estão apoiando é a intolerância, a violência, o assassinato e, finalmente, a destruição da liberdade humana. Se os esquerdistas reconhecem ou não o significado de suas ações, já está na hora de serem responsabilizados pela sua defesa da jihad, da mesma forma como os jihadistas por executarem essa destruição.


* Vermelha = esquerdista. Verde = islâmica (verde é a cor do islã).



Publicado na revista Notícias de Israel.

Caroline Glick - www.carolineglick.com
http://www.beth-shalom.com.br

Fonte de Pesquisa: http://www.midiasemmascara.org/

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

“Irmã” Dilma Rousseff "prega?" para evangélicos?


Multidão de evangélicos vai a evento sem saber para onde estava indo.


Em
época de eleição, vale tudo. Vale se fazer de diabo nos lugares infernais — o que é moleza para muitos. E vale se fazer de anjo nas igrejas — o que é muito difícil para os políticos infernais, mas nada que uma boa maquiagem e encenação teatral não ajudem. De olho nos 34 milhões de votos evangélicos, a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, esteve numa grande igreja Assembleia de Deus e firmou compromisso de não propor temas como o aborto e a união homossexual, considerados polêmicos pelos evangélicos, se chegar à presidência.
Lula fez a mesmíssima promessa em 2002. E agora?
Agora a missão do Bispo Manoel Ferreira, líder supremo da segunda maior denominação assembleiana do Brasil, é tentar aglutinar e unir o maior número possível de igrejas evangélicas.
Uma multidão de 2.000 homens, mulheres e crianças de denominações como a Assembleia de Deus, Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra, Igreja Universal do Reino de Deus e de outras 13 igrejas evangélicas se reuniram, em Brasília, para encontro promovido pelo Bispo Manoel Ferreira, Bispo Robson Rodovalho e Senador Marcelo Crivella.
Pastores regionais da Assembleia de Deus da Madureira fizeram presença no encontro, movidos pela truculência denominacional de Ferreira, que cuspiria fogo e enxofre se eles faltassem.
Com exceção dos pastores e bispos, que conheciam de antemão a finalidade do evento, o público evangélico foi levado, de Bíblia na mão, de ônibus fretado grátis, de diversas regiões ao redor de Brasília, sem saber exatamente o que era o encontro. De acordo com testemunho pessoal fornecido ao Blog Julio Severo, eles achavam que ouviriam um grande pregador.
Entretanto, em vez de pregador, eles acabaram ouvindo a “pregação” da Dilma, que estava com o deputado Benedito Domingos (PP), citado do escândalo do mensalão do Distrito Federal. O evento ocorreu no principal templo da Assembleia de Deus de Brasília, na Asa Sul, no sábado passado.
Ali, Bispo Manoel Ferreira e Bispo Robson Rodovalho anunciaram oficialmente seu apoio a Dilma, porque ela se comprometeu a recuar em alguns pontos do PNDH-3.
O público estava desconfiado e apático, mas Ferreira assegurou que Dilma é digna do voto evangélico, alegando que ela havia sido uma das responsáveis pela mudança em 2003 no artigo do Código Civil que colocava em risco as igrejas.

Contudo, a memória de Ferreira parece andar fraca. Em 2003 Dilma era apenas a ministra de Minas e Energia e não tinha nada a ver com o Código Civil. Quem fez a mudança foi a Bancada Evangélica.
No evento realizado no templo da Assembleia de Deus, Dilma citou o capítulo da Bíblia que trata do milagre da multiplicação dos pães. Ela disse que quer fazer pelo Brasil a mesma coisa que Jesus Cristo fez. “Quero uma sociedade em que o princípio da distribuição e multiplicação seja base no sentido mais profundo. Eu sou a favor da vida”, pregou ela.
Mesmo sendo a favor do aborto e do homossexualismo, ela se considera a favor da vida e da família. Como se isso não fosse absurdo suficiente, Lula declarou recentemente que Dilma é igual a Jesus Cristo. Tomando literalmente essas palavras elogiosas de Lula, no evento assembleiano Dilma também citou João 10:10, que diz que Jesus Cristo veio que todos tenham vida e vida em abundância.
Como agora ela é igual a Jesus, se ganhar para presidente ela espera imitar o Mestre e “dar vida e vida em abundância”? Para alguém que fazia parte de um grupo terrorista comunista que matava, roubava e torturava, Dilma pensa que abundância de propaganda enganosa joga para debaixo do tapete seu passado sombrio e criminoso.
Ela terminou sua pregação citando Salomão. Depois disse “Paz seja convosco”, acenou, sorriu e saiu.

Apesar de tudo, Deus usou um homem. O técnico em eletrônica Silvio Moreira Santos, 35, levou uma faixa onde estava escrito “Apoiar a Dilma é negar a Bíblia”. Ele gritou na chegada de Dilma: “Essa senhora apoia o aborto e o casamento gay. Somos contra. Essa mulher não pode ganhar”.
Mas entre os grandes, em vez de voz profética, havia apenas bajulação. Benedito Domingos, que é candidato à reeleição para a Câmara Legislativa, elogiou a pregação de Dilma. “Ela foi bem instruída. Quando disse que defende a vida, está querendo dizer que é contra o aborto. Quando a candidata falou que valoriza a família, eu entendo que ela não deve ser a favor do casamento homossexual”, analisou ele.
Agora que Manoel Ferreira, Robson Rodovalho e Marcelo Crivella deram aprovação, vocês já podem convidar a “irmã” Dilma para pregar em suas igrejas. Não a recebam como pastora, bispa ou apóstola. De acordo com Lula, ela é igual a Jesus Cristo. Por isso, diante dela agora prostram-se tantos pastores, bispos e apóstolos evangélicos.

Julio Severo
Com informações de diversas fontes de notícias.
Fonte: www.juliosevero.com

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