terça-feira, 24 de agosto de 2010
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Avaliação do Debate na Band (PB)
"O senhor entregou casas construídas no governo anterior que só faltavam portas e janelas. O Estado não tem política de habitação, porque o senhor preferiu investir milhões em propaganda", Disse Ricardo Coutinho.
De outro lado, Marcelino (PSTU) fala que Ricardo fez contratos de pessoas para prestação de serviços, além do aceitável, tendo como objetivo o interesse político.
Nelson Júnior (PSOL) levantou o fato de que o ex-prefeito Ricardo Coutinho tinha se vendido as oligarquias políticas do grupo Cunha Lima, deixando para trás uma história de um verdadeiro político que o mesmo foi no passado, acrescentando sua insatisfação contra a pessoa "corrompida" do Ricardo Coutinho atual.
Podemos descacar ainda que o confronto Ricardo x Maranhão aconteceu apenas no penúltimo bloco do debate. Os temas debatidos pelos candidatos foram fidelidade partidária ao presidente Lula (indagação dirigida por Ricardo contra Maranhão) e o combate as Drogas. Durante esse clima de disputa argumentativa Ricardo destaca que Maranhão nem sempre esteve do lado de Lula, deixando a entender que a aliança Maranhão-Lula, era apenas por conveniência. Mas o governador se defende, mesmo atrapalhado nas datas que defendeu Ulisses Guimarães e Lula. Ricardo o critica dizendo que as resposta de Maranhão não condiziam com a verdade, na tentativa de apagar o comentário que recebera pelo candidato Nelson Junior, que o desmascarou no que se refere as alianças Ricardo-Cassio.
Em Seguida, O governador Maranhão o questiona sobre o problemas das drogas. Ele aproveitou o espaço para dizer que na prefeitura de João Pessoa o conselho antidrogas nunca funcionou, ao contrário do que aconteceu com o Estado. Ricardo Coutinho critica a posição de Maranhão no que se refere a criação de centros de ajuda a drogados e ainda fala que existe uma ausência por parte do governo Estadual no policiamento contra os traficantes de drogas. E ainda garantiu que o conselho está em funcionamento na Capital.
Geraldo Valencia
Leia Tambem: Eleições 2010
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Por que não sou socialista
J.Severo: JulioserveroBlog
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O Confisco dos Filhos pelo Estado
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Brasil tem instituto de pesquisa chavista
Artigos - Eleições 2010
Desde a campanha presidencial brasileira de 2006 conhecíamos o "trabalho" da pesquisadora SENSUS e nos parecia inverossímil que no Brasil se estivesse repetindo impunemente o mesmo roteiro manipulador venezuelano.
Recentemente, na Bolívia e no Brasil, apareceram duas sondagens que dão conta de um componente importante do socialismo do século XXI: a manipulação da opinião pública através de pesquisas fraudulentas. Contribuição original venezuelana que se converteu em um artigo de exportação com o selo "FEITO NO SOCIALISMO", o slogan publicitário do governo.
A primeira, da transnacional francesa IPSOS, assinala que o Presidente Morales conta com uma aprovação de 55% [1]. Em nosso trabalho "Chávez, Evo, IPSOS e Mockus", trazemos à colação o questionamento que fizéramos a esta empresa por seu trabalho doloso na Venezuela em 2006. Nesse mesmo trabalho também assinalamos que a manipulação confeccionada por tal pesquisadora e o presidente Evo contra a opinião pública boliviana em 2010, se traduziria no que a transnacional galega teria se garantido uma "uma longa - e rentável - vida com Morales" [2]. A prova está à vista.
Aproveitamos a oportunidade para denunciar a manipulação de IPSOS na eleição presidencial chilena, já que passou por baixo da mesa naquele momento: IPSOS predisse que Piñera obteria 36% no primeiro turno [3] e, como sabemos, obteve 44%. Quer dizer, a sondagem era obviamente falsa porque incorreu-se em um erro de predição de 380%! Algo estatisticamente insustentável, uma vez que sempre espera-se que o erro de predição seja igual a zero.
A segunda sondagem é da pesquisadora SENSUS. Na quinta-feira 05 de agosto, "casualmente" o dia do primeiro debate entre Dilma Rousseff e José Serra, esta firma difundiu uma pesquisa na qual a candidata do mediador das FARC, Lula da Silva, avantajava em 10% ao candidato opositor [4]. Esta pesquisa não só não nos surpreende, senão que estávamos à sua espera por duas razões.
A razão de maior peso está no campo estatístico. Desde a campanha presidencial brasileira de 2006 conhecíamos o "trabalho" da pesquisadora SENSUS e nos parecia inverossímil que no Brasil se estivesse repetindo impunemente o mesmo roteiro manipulador venezuelano.
Naquela oportunidade SENSUS predisse, a dois dias da eleição, o seguinte: "A eleição está definida: o mais provável é que Lula ganhe no primeiro turno; segundo meus últimos dados, tem 59 por cento dos votos válidos contra 32 por cento do opositor Geraldo Alckimin", segundo declarou seu porta-voz Ricardo Guedes [5]. O resultado foi que teve-se que realizar o segundo turno porque Lula obteve 48,6% frente a 41,6% de Alckimin. Ou seja, que o erro de predição de SENSUS foi astronômico: 473%! Isto, repito, é inaceitável estatisticamente e só tem uma explicação: que a pesquisa é falsa!
A outra razão está no terreno político. O cliente das sondagens de SENSUS é a Confederação Nacional dos Transporte (CNT) brasileira, de simpatia lulista. Curiosamente, na visita realizada em abril de 2003 pelo presidente Chávez a Lula, informou-se em Recife sobre a imediata assinatura de um acordo comercial com tal Confederação: "A compra de 4 mil ônibus e a provação de um projeto avaliado inicialmente em 500 milhões de dólares, porém que alcançará os 2 bilhões de dólares nos próximos 10 anos, estão contemplados em um projeto que Hugo Chávez assinará em breve com a Confederação Nacional dos Transportes (CNT) do Brasil" [6].
Ao que tudo indica, dentro do mencionado acordo incluiu-se uma cláusula para que a CNT contratasse uma pesquisadora que tivesse como tarefa difundir periodicamente pesquisas falsas, entre outras, as que dão a Lula uma popularidade superior a 80%.
Fonte: midiasemmascara.org
Baldomero Vasquez Soto | 15 Agosto 2010
Fonte2: http://www.diariodeamerica.com
Tradução: Graça Salgueiro
Caroline Glick | 15 Agosto 2010 Artigos - Movimento Revolucionário
A mídia internacional fica ansiosa para aceitar, sem comprovações, essas falsas acusações sobre uma suposta vitimização de muçulmanos nas mãos daquelas que são as vítimas reais. E igualmente ansiosos ficam seus camaradas esquerdistas em círculos governamentais internacionais.
A Aliança Vermelha-Verde* está em marcha. O Parlamento Europeu, controlado pelos esquerdistas, aprovou em Strasburgo a resolução endossando o Relatório Goldstone. Esse relatório, deve-se lembrar, nega o direito de autodefesa a Israel, alegando que as ações de Israel para se defender das agressões palestinas durante o curso da Operação Chumbo Moldado foram crimes de guerra.
A resolução fez mais do que acatar as reivindicações infundadas do relatório Goldstone. Ela buscou silenciar aqueles que estão tentando fazer a porção vermelha da Aliança Vermelha-Verde pagar um preço por instigar a jihad (guerra santa).
A resolução "expressa sua preocupação com relação à pressão imposta às ONGs envolvidas na preparação do Relatório Goldstone e em investigações posteriores, e convoca as autoridades de todos os lados para se absterem de quaisquer medidas que restrinjam as atividades dessas organizações".
Essa declaração foi inserida para defender as organizações israelenses apoiadas pela União Européia - espantosamente associadas com o New Israel Fund (NIF, Fundo Novo Israel), uma organização de extrema-esquerda - que tiveram um papel importantíssimo em fornecerem a Richard Goldstone e seus associados as falsas alegações de ações ilegais [que teriam sido cometidas] pelos soldados das Forças de Defesa de Israel (FDI). Essas organizações - e o NIF - têm sido sujeitas, e de forma correta, a um escrutínio minucioso em Israel depois que seu papel na compilação do Relatório Goldstone foi revelado em janeiro pela organização estudantil israelense Im Tirzu.
Israel não é o único alvo da Aliança Vermelha-Verde. Suas operações se estendem pelo globo. Às vezes, como no caso do relatório Goldstone, a esquerda faz as acusações. Outras vezes, como no caso da ofensiva dos mísseis lançados pelo Hamas contra Israel, que precedeu a Operação Chumbo Moldado, os jihadistas atacam primeiro.
Em geral, os jihadistas são motivados a atacar os não-muçulmanos por causa de sua crença religiosa de que o islamismo deve dominar o mundo. E, em geral, a justificativa da esquerda pela agressão jihadista parte da sua crença neo-marxista de que o Estado-Nação liberal é a raiz de todos os males. Se a esquerda reconhece ou não que, se bem sucedido, seu conluio com os jihadistas levará à destruição da liberdade humana é algo que está sujeito a debate. Mas, se a esquerda entende ou não as conseqüências de suas ações, o fato é que ela tem tido um papel-chave em insuflar esse objetivo.
Massacrando os cristãos
Na Nigéria, no início de março, os jihadistas tomaram a iniciativa. Com a aparente colaboração do exército nigeriano dominado pelos muçulmanos, as gangues muçulmanas entraram em três vilarejos predominantemente cristãos ao redor da cidade de Jos e mataram mais de 500 civis inocentes, inclusive crianças, com facões, machados e punhais.
De acordo com relatos de testemunhas oculares, algumas vítimas foram escalpeladas e muitas foram estupradas. A maioria delas teve seus pés e suas mãos cortados. Bebês e crianças estavam entre os que foram chacinados.
O massacre foi premeditado. De acordo com porta-vozes do governo, os residentes muçulmanos foram avisados dois dias antes do ataque. Para assegurar que suas vítimas eram cristãs, os jihadistas dirigiam-se a elas em fulani, a língua falada pela maioria dos muçulmanos. Se as vítimas respondessem em fulani, estavam salvas. Caso contrário, eram golpeadas até a morte.
Poder-se-ia esperar que o massacre seria alvo de noticiários em nível mundial. Mas não foi o que aconteceu. Na verdade essa notícia mal foi notada.
Além disso, a cobertura insuficiente que esse acontecimento bárbaro recebeu da mídia foi contaminada pela obscuridade e falta de precisão. Os comentaristas e repórteres esconderam a identidade dos agressores e das vítimas, caracterizando a chacina jihadista como "violência sectária".
Eles também buscaram ofuscar o significado da chacina, afirmando que as gangues de muçulmanos decapitaram bebês em resposta a disputas por propriedades tribais.
Jessica Olien, do jornal The Atlantic, não apenas fez essas afirmações, como também não reagiu às dimensões da atrocidade, escrevendo o seguinte: "Vale a pena observar que a polícia confirmou apenas a morte de 109 pessoas".
Depois de minimizar o número de mortes, Olien voltou seus punhais literários contra as vítimas, afirmando que foram elas que fizeram com que isso acontecesse. Como disse ela, "é difícil não comparar o ataque do fim de semana com um que aconteceu em janeiro, no qual 150 pessoas da mesma comunidade muçulmana responsável pelo ataque de domingo foram brutalmente assassinadas. O ataque de 7 de março recebeu consideravelmente mais atenção internacional do que o incidente anterior".
Ah!, quanta injustiça. Segundo Olien, a atrocidade excessivamente noticiada retrata injustamente os cristãos assassinados como sendo vítimas. Ela sabe melhor: os muçulmanos estavam simplesmente retaliando os ataques que haviam sofrido.
Infelizmente para Olien e sua erudita justificativa para o barbarismo, está longe de ter sido esclarecido que as vítimas da violência de janeiro fossem muçulmanas. Escrevendo para o jornal Times de Londres, a baronesa britânica Caroline Cox afirmou que as vítimas principais da chacina de janeiro eram cristãs, e não muçulmanas.
De acordo com Cox, testemunhas oculares dos eventos de janeiro "indicaram que a matança começou quando jovens muçulmanos atacaram cristãos num domingo de manhã enquanto estes iam para a igreja. Os muçulmanos também foram mortos, quando aqueles que estavam sendo atacados começaram a revidar".
Cox continuou informando que o ataque de março seguiu um padrão agora familiar. Os ataques "são iniciados por muçulmanos extremistas bem armados, cantando slogans militantes, atacando e matando cristãos e outros cidadãos não-muçulmanos e destruindo casas e locais de culto. 'Nos primeiros estágios do ataque, os militantes muçulmanos levam os cadáveres para mesquitas onde os fotografam e enviam as fotografias para a mídia, criando a impressão de que esses mortos são vítimas muçulmanas".
A mídia internacional fica ansiosa para aceitar, sem comprovações, essas falsas acusações sobre uma suposta vitimização de muçulmanos nas mãos daquelas que são as vítimas reais. E igualmente ansiosos ficam seus camaradas esquerdistas em círculos governamentais internacionais.
Na esteira do massacre de março, a secretária de Estado americana Hillary Clinton e o secretário-geral da ONU Ban Ki-moon emitiram declarações em que não fizeram quaisquer distinções entre as vítimas e os agressores. Ambos solicitaram aos "dois lados" que agissem com "moderação".
Na aparente disposição da esquerda de esconder a natureza dos ataques de janeiro e depois menosprezar o massacre de março, temos um exemplo da facilitação esquerdista quanto à violência dos jihadistas. Na Nigéria, logicamente, os jihadistas são os atores principais e os esquerdistas são meramente seus ajudantes.
Em Israel, os esquerdistas apóiam os jihadistas
Em Israel, os papéis são geralmente invertidos. Aqui é a esquerda que conduz os jihadistas pela mão. Veja, por exemplo, a campanha da esquerda contra os direitos de propriedade dos judeus em Jerusalém. Nos bairros Sheik Jarrah/Shimon Hatzadik, as edificações que pertenciam aos judeus foram confiscadas pela Jordânia em 1948, depois que ela conquistou a cidade. Por toda a década passada, os proprietários judeus lutaram nos tribunais para resgatarem seus direito às edificações e para removerem os árabes intrusos que se apossaram delas.
Tribunal após tribunal manteve os direitos dos judeus às propriedades. E, de fato, há mais de uma década, os invasores aceitaram um acordo no qual reconheceram os direitos dos reais proprietários e estes concordaram em permitir que os invasores ficassem ali contanto que pagassem o aluguel. Mas, quando os invasores pararam de pagar o aluguel, a esquerda os animou a se recusarem a desocupar os imóveis e a tentarem anular em juízo aquele antigo acordo. Finalmente, o caso chegou à Suprema Corte, que também reconheceu os direitos dos proprietários judeus e ordenou que a polícia executasse a ordem judicial e removesse os invasores ilegais.
A polícia removeu os invasores e dentro de poucas horas mudaram-se para lá inquilinos judeus, em consonância com um acordo com os proprietários legais dos prédios. Desde que se mudaram, os judeus têm sofrido constantes ataques de seus vizinhos árabes. Eles têm sido espancados e ameaçados de morte.
Nesse meio tempo, a esquerda transformou o caso dos invasores ilegais em uma causa célebre. Recentemente, milhares de esquerdistas fizeram uma manifestação anti-semita do lado de fora do complexo, exigindo que os judeus fossem retirados de suas casas. O argumento, logicamente, é que a permissão de que os judeus exerçam seus direitos legais de propriedade por residirem pacificamente em uma área predominantemente árabe é uma "provocação" inaceitável. Os invasores árabes que estão tentando roubar as propriedades, por outro lado, são as "vítimas".
Em vez de caracterizarem os manifestantes como anti-semitas, que estão atiçando o fogo da violência contra judeus inocentes por seu crime de morarem legalmente onde escolherem, a mídia local e internacional descreveu os manifestantes como "ativistas pacíficos" e "ativistas dos direitos humanos".
Por mudarem a realidade e por patrocinarem a causa dos jihadistas contra os direitos humanos de suas vítimas, esses manifestantes esquerdistas são tratados como celebridades por seus camaradas da mídia e em chancelarias do mundo ocidental. O Departamento de Estado americano disse que era "inaceitável" que os judeus se mudassem para suas casas.
Do mesmo modo, as Nações Unidas se apressaram em aceitar a afirmação da esquerda de que os direitos humanos exigem a negação dos direitos de propriedade aos judeus devido à sua etnicidade. Seu chefe do processo de paz, Richard Miron, disse: "Acho extremamente deploráveis as ações totalmente inaceitáveis de Israel nas quais as forças de segurança israelenses expulsaram judicialmente as famílias de refugiados palestinos (...) para permitir que os colonizadores tomassem posse de suas propriedades".
Esse é um comentário deprimente, que revela onde chegamos em nosso tempo, em que porta-vozes de democracias e supostos defensores dos direitos humanos estão dispostos a declarar publicamente que dar aos judeus igual proteção sob a lei é uma imposição inaceitável sobre seus vizinhos intolerantes. Mas a noção de que os judeus têm direitos iguais de comprar e possuir suas propriedades em áreas de Jerusalém, onde sofreram limpeza étnica ilegal por parte dos jordanianos em 1948, é agora uma grande causa combatida pela esquerda. E pode-se apenas pressupor que os jihadistas logo darão seu passo - para a gratificação de seus camaradas esquerdistas - contra os inocentes judeus de Jerusalém.
Isso nos traz aos acontecimentos que cercaram a visita de Joseph Biden, o vice-presidente dos Estados Unidos, a Israel. No primeiro dia de sua visita, num ato de rotina governamental, o Comitê de Planejamento e Edificações de Jerusalém aprovou os planos para construir 1.600 unidades habitacionais no bairro Ramat Shlomo. Esse bairro é um local com mais de 20.000 residentes, localizado entre os ainda mais populosos bairros de Ramot e Sanhedriya. De uma perspectiva israelense, ele é tão controvertido quanto Yad Eliahu em Tel Aviv ou Hadar em Haifa (ou seja, nada).
Mas não de uma perspectiva vermelha. Alguns minutos depois da decisão ter sido anunciada, a esquerda a usou como prova da venalidade de Israel. Por aprovar a construção de novas residências em sua capital, o governo foi condenado repetidamente. Os palestinos e a Liga Árabe embarcaram na onda. E agora, graças ao ataque violento dos esquerdistas contra Israel, qualquer vítima de assassinato em Jerusalém - ou em qualquer outro lugar de Israel - será considerada merecedora da justificada ira muçulmana.
Observando a acusação esquerdista, conduzida neste caso pela mídia israelense que estava espumando pela boca, Biden movimentou-se rapidamente. O homem, que veio a Israel em uma ofensiva cativante, já não conseguia esconder as verdadeiras simpatias do governo Obama. Depois de declarar seu inegável amor e fidelidade a Israel algumas horas antes, Biden mudou de rumo e condenou Israel por "enfraquecer" as perspectivas de paz.
Quando se referiu à sua condenação da decisão israelense de construir casas em sua capital, Biden disse: "Às vezes, apenas um amigo pode falar as verdades mais duras". E, ao menos quanto à dureza, ele está correto.
E assim, no espírito desse sentimento, deve ser dito: quando aqueles que pretendem apoiar a paz e os direitos humanos unem suas forças com a Aliança Vermelha-Verde, na verdade o que estão apoiando é a intolerância, a violência, o assassinato e, finalmente, a destruição da liberdade humana. Se os esquerdistas reconhecem ou não o significado de suas ações, já está na hora de serem responsabilizados pela sua defesa da jihad, da mesma forma como os jihadistas por executarem essa destruição.
* Vermelha = esquerdista. Verde = islâmica (verde é a cor do islã).
Publicado na revista Notícias de Israel.
Caroline Glick - www.carolineglick.com
http://www.beth-shalom.com.br
Fonte de Pesquisa: http://www.midiasemmascara.org/
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
“Irmã” Dilma Rousseff "prega?" para evangélicos?
Multidão de evangélicos vai a evento sem saber para onde estava indo.
Em
Contudo, a memória de Ferreira parece andar fraca. Em 2003 Dilma era apenas a ministra de Minas e Energia e não tinha nada a ver com o Código Civil. Quem fez a mudança foi a Bancada Evangélica.
Julio Severo
Com informações de diversas fontes de notícias.
Bispo Manoel Ferreira lidera traição aos evangélicos