segunda-feira, 21 de junho de 2010

Deputado evangélico quer Jesus Cristo no mesmo nível do Preto Velho


Com o avanço e aprovação de projetos de leis declarando entidades das religiões afro-brasileiras como patrimônio do Rio de Janeiro, um deputado evangélico teve uma ideia “brilhante”: declarar Jesus Cristo também patrimônio.
O grande número de igrejas e pastores no Rio não está sendo suficiente para impedir o avanço da escuridão dos orixás nas leis do Rio. A união faz a força contra o mal, mas a desunião entre as igrejas fortalece a união do mal.
A mais recente “resistência” da liderança evangélica à onda de consagrações estatais às entidades do candomblé e outras religiões afros foi o Projeto de Lei 3134/2010, de autoria do Dep. Édino Fonseca, que “declara JESUS CRISTO como patrimônio imaterial do Estado do Rio de Janeiro”. O PL foi apresentado em 8 de junho de 2010 na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.
O Rio de Janeiro já havia consagrado legalmente o Preto Velho patrimônio imaterial do Rio de Janeiro. Agora, o Dep. Fonseca quer a vez de Jesus Cristo!
O Estado “laico” sorri com tal iniciativa, pois sua intenção sempre foi colocar no mesmo nível todos os deuses e religiões. Com a ajuda de evangélicos que desconhecem o que é um genuíno chamado político e espiritual, o panteão religioso do Estado laico vai ter todos os tipos de deuses e deusas, mas a adoração suprema, é claro, só poderá ser dada ao supremo Estado laico, que se enxerga como o senhor dos senhores e rei dos reis.
Tenho amigos muito queridos na Assembleia de Deus. Espero que líderes consagrados dessa abençoada denominação possam fazer uma visita a esse deputado e lhe oferecer uma oração de libertação.
Entretanto, qual é a real posição de Jesus Cristo diante de Iemanjá, Preto Velho, Buda, Lula, Obama, ONU e suas vontades?
“Cristo… [está assentado]… nas regiões celestiais, muito acima de todo governo e autoridade, poder e domínio, e de todo nome que se possa mencionar, não apenas nesta era, mas também na que há de vir”. (Efésios 1:20-21 NVI)
“Cristo reina sobre todos os governos celestiais, autoridades, forças e poderes. Ele tem um título que está acima de todos os títulos das autoridades que existem neste mundo e no mundo que há de vir.” (Efésios 1:20-21 BLH)
Jesus Cristo está também muito acima do Estado laico, pois Ele é o verdadeiro e único Senhor dos senhores e Rei dos reis.
Qualquer político ou Estado que coloque Jesus no nível dos outros deuses está fadado a perecer.
Mas todo político ou Estado que coloque Jesus acima de si mesmo terá um futuro glorioso.

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Biólogo americano cria polêmica com DNA artificial

Hilary White
21 de maio de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um pioneiro biólogo e empresário americano, Craig Venter do Instituto J. Craig Venter (IJCV) em Maryland e Califórnia, provocou tumulto na mídia internacional ao anunciar ontem que criou a primeira célula com DNA artificialmente construído do mundo.
Apesar das reportagens da mídia ao contrário, os pesquisadores não “criaram vida nova”, mas em vez disso construíram artificialmente uma sequência existente de DNA de uma bactéria que ocorre naturalmente e a reproduziram em células existentes.
No estudo, publicado na revista Science e avaliado por outros especialistas da área, os pesquisadores copiaram o genoma, ou a completa sequência genética, de uma bactéria existente. Eles seqüenciaram seu código genético e então usaram “máquinas de síntese” para construir quimicamente uma cópia. O novo DNA foi inserido em células de um tipo diferente de bactéria. Elas reproduziram células filhas com o DNA natural e o DNA artificial. As bactérias com o DNA artificialmente construído se reproduziram mais de um bilhão de vezes.
“Esta é a primeira vez que um DNA sintético ficou sob o controle completo de uma célula”, disse Venter, que assemelhou o processo à criação de software para um computador. Ele disse para a BBC: “Podemos agora pegar nosso cromossomo sintético e transplantá-lo para uma célula receptora — um organismo diferente. Logo que esse novo software entra na célula, a célula o lê e o converte na espécie especificada nesse código genético”.
Venter, que vem trabalhando há anos para criar formas de vida artificiais, respondeu em sua autobiografia às críticas de que ele foi longe demais e está “bancando Deus”, dizendo: “Sempre respondo que — até agora, pelo menos — que só estamos reconstruindo uma versão diminuída do que está na natureza aí fora”.
“Penso que vamos potencialmente criar uma nova revolução industrial”, disse ele. “Se realmente pudermos fazer com que as células realizem a produção que quisermos, elas poderiam ajudar a nos desapegar do petróleo e reverter alguns dos danos ao ambiente por meio da captura do dióxido de carbono”.
Os meios de comunicação responderam à reportagem com quase histeria, com manchetes se referindo a experimentos de “Frankenstein” e avisos contra “fazer papel de Deus”. O jornal inglês Daily Mail perguntou: “Será que isso poderia aniquilar a raça humana?”
O Mail citou o Professor Julian Savulescu, um especialista em ética da Universidade de Oxford, que disse: “Venter está abrindo a mais profunda porta da história da humanidade, potencialmente espiando seu destino. Ele não está meramente copiando vida artificialmente ou modificando-a por meio da engenharia genética. Ele está atrás do papel de Deus: criar vida artificial que jamais poderia ter existido”.
“Isso poderia ser usado no futuro para fazer as mais poderosas armas biológicas já imagináveis. O desafio é comer o fruto sem o verme”, acrescentou ele.
Entretanto, apesar da reação frenética da mídia, as respostas de alguns líderes religiosos foram mais moderadas. Autoridades do Vaticano foram discretas em sua opinião sobre o avanço, dizendo que era resultado do dom de Deus da inteligência humana que precisa ser usado corretamente.
O presidente da Pontifícia Academia da Vida do Vaticano, Arcebispo Rino Fisichella, deu uma resposta evasiva, dizendo: “Se for usado para o bem, tratar patologias, podemos apenas ser favoráveis. Mas se no fim das contas não for… útil, para respeitar a dignidade da pessoa, então nossa opinião mudaria”.
“Olhamos para a ciência com grande interesse. Mas pensamos acima de tudo sobre o sentido que se deve dar à vida”, disse Fisichella. “Podemos sempre chegar à conclusão de que precisamos de Deus, a origem da vida”.
O cardeal Angelo Bagnasco, presidente da conferência dos bispos da Itália, disse que a invenção é “mais um sinal da inteligência, o dom de Deus de entender a criação e poder melhor governá-la”.
Bagnasco disse para a agência noticiosa ANSA: “Por outro lado, a inteligência jamais pode existir sem responsabilidade. Qualquer forma de inteligência e qualquer aquisição científica… precisa ser medida diante da dimensão ética, que tem em seu coração a verdadeira dignidade de toda pessoa”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

sábado, 15 de maio de 2010

A História de Daniel


Estudo escrito pelo Pr. Norton L. Lenzi e apresentado como um workshop no Renovão da grande Porto Alegre, ocorrido no inà cio de Fevereiro.
Tenho sonhado e desejado que Deus levante, em nosso tempo, jovens comprometidos com o Senhor. Jovens que estão dispostos a perder as suas vidas para receber e viver a vida de Deus. Jovens que sonham em chegar mais longe e mais alto do que qualquer um já foi. Creio que Deus ainda procura filhos que não tenham medo de falar a verdade, que não tenham medo da indiferençaa ou perseguição. Acredito que Deus encontrará em nosso tempo homens como Davi, Elias, Isaí as, Josué e Daniel. O grande segredo destes homens foi desprezar os prazeres deste mundo para fazer a vontade de Deus.
Por exemplo: a história de Daniel desafia-nos a viver um novo tempo com o Senhor. É uma das mais
intrigantes e desafiadoras mensagens de Deus para o seu povo, através de fatos que aconteceram na vida de um escravo. Depois que Deus ficou realmente "cansado" com o pecado de Israel, Ele permitiu a entrada do rei Nabucodonosor em Jerusalém. Este levou consigo para a Babilônia muitos jovens escravos. Jovens sem nenhum defeito, de boa aparência, instruí dos em toda a sabedoria, doutos em ciência, versados no conhecimento e que fossem competentes para assistirem no palácio do rei e lhes ensinasse a cultura e lí ngua dos caldeus (Dn 1.4). Entre eles se achavam da tribo de Judá, Daniel, Hananias, Misael, Azarias.
Daniel, sem duvida, é o protagonista desta história, e não é difà cil entender por que ele se tornou tão à ntimo de Deus. Quatro jovens foram arrancados de suas casas, tirados do conforto dos seus lares, impedidos de viverem com as pessoas que mais amavam. Foram levados como escravos a uma terra desconhecida, longe de qualquer possibilidade de viver uma vida normal. Apesar de se tornarem escravos, o rei mandou servir a eles as melhores comidas e bebidas do reino. Daniel decidiu rejeitar os manjares do rei para não se contaminar, de acordo com os preceitos levà ticos. Foram três anos de consagração ao Senhor, comendo legumes e bebendo água.
Daniel era descendente da famí lia real de Judá, ou pelo menos da alta nobreza dessa nação (Dn1.3). Ele tinha entre doze e dezesseis anos de idade quando foi levado à Babilônia. Ele e seus amigos foram forçados a entrar no serviçoo da corte real babilônica. Apesar de tanta luta e decepção, Deus estava com eles, e estava honrando seus esforços para manter aceso o fogo que ardia em seus corações. No versí culo 17 do capitulo 1 de Daniel, vemos que Deus conferiu aos quatro jovens o conhecimento e a inteligência em toda cultura e sabedoria, mas a Daniel deu inteligência de todas a visões e sonhos.
1a. verdade espiritual: Sempre que abrimos mão de algo terreno que está relacionado com a nossa carne ou ao mundo, Deus nos recompensa infinitamente mais com presentes espirituais. Daniel e seus três amigos trocaram o conforto, as delí cias do palácio, as mordomias que poderiam usufruir pela presençaa do Senhor. E receberem de Deus um presente que só Ele poderia dar: dons, sabedoria, inteligência, conhecimento. O próprio rei reconheceu que sobre a terra não havia homens tão inteligentes e sábios quanto eles. Foram achados 10 vezes mais doutos em toda sabedoria e inteligência que todos os magos e encantadores que haviam no reino babilõnico.
2a. verdade espiritual: Mesmo que as circunstâncias mostrem ao contrário Deus não me abandonou. A situação de Daniel não era nada boa. Estava longe de seus pais, tornou-se um escravo. Mesmo assim, decidiu confiar em Deus. Na verdade, não havia nenhum indicativo que Deus estava "nesse negócio". Temos que aprender que Deus não se deixa levar pelas circunstâncias como nós. Não importa se nascemos ou morremos Deus é Deus, se temos saúde ou enfermidade Deus é Deus, se as lutas chegam até nós, Deus continua sendo Deus. Temos que ter a consciência que o Deus de toda eternidade está no controle de todas as coisas. Sempre que optamos crer em Deus a possibilidade de decepção é inexistente.
3a. verdade espiritual: Mesmo fazendo a vontade de Deus, as lutas e provas continuam. Os amigos de Daniel foram lançaados na fornalha ardente por não se dobrarem ao deus babilônico. Daniel foi lançado na cova dos leões por orar ao Senhor dos Senhores. É bem provável que quando optamos em servir ao Senhor as provações estejam apenas começando. (Tg 1.2-4). Vemos muitas pessoas reclamando, murmurando a respeito das adversidades que tem passado, como se tivessem o direito de exigir do Senhor o término da provação simplesmente por confiarem Nele. O poder de dizer o sim e o não está na boca do Senhor. Creio que não devemos pedir a Deus que faça cessar a prova, mas devemos pedir para que nos ajude a passar por ela. Enquanto durar a prova nossa atitude deve ser glorificar ao nome do senhor Jesus.
Confie no Senhor, mesmo que todos sejam injustos com você, mesmo que o mundo te odeie, mesmo que não haja em quem se possa confiar, o Senhor te ama e vai fazer de você um vitorioso.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Calar por amor ou falar por causa da verdade?

- Norbert Lieth -

Quem se cala diante do pecado, da injustiça e de falsas doutrinas não ama de verdade. A Bíblia diz que o amor "...não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade" (1 Co 13.6). Deveríamos orar muito por sabedoria e, com amor ainda maior, chamar a atenção para a verdade e não tolerar a injustiça.

Ao estar em jogo a verdade, Estevão argumentou, mas sempre em amor a seu povo e com temor diante da verdade em Cristo. O apóstolo Paulo estava disposto a ser considerado maldito por amor ao seu povo, mas não cedia um milímetro quando se tratava da verdade em Cristo. Jesus amou como nenhum outro sobre a terra, mas assim mesmo pronunciou duras palavras de ameaça contra o povo incrédulo, que seguia mais as tradições e as próprias leis do que a Palavra de Deus. O Dr. John Charles Ryle, bispo anglicano de Liverpool que viveu de 1816 a 1900, certa vez disse assim:

Controvérsias religiosas são desagradáveis

Já é extremamente difícil vencer o diabo, o mundo e a carne sem ainda enfrentar conflitos internos no próprio arraial. Mas pior do que discutir é tolerar falsas doutrinas sem protesto e sem contestação. A Reforma Protestante só foi vitoriosa porque houve discussões. Se fosse correta a opinião de certas pessoas que amam a paz acima de tudo, nunca teríamos tido a Reforma. Por amor à paz deveríamos adorar a virgem Maria e nos curvar diante de imagens e relíquias até o dia de hoje. O apóstolo Paulo foi a personalidade mais agitadora em todo o livro de Atos, e por isso foi espancado com varas, apedrejado e deixado como morto, acorrentado e lançado na prisão, arrastado diante das autoridades, e só por pouco escapou de uma tentativa de assassinato. Suas convicções eram tão decididas que os judeus incrédulos de Tessalônica se queixaram: "Estes que têm transtornado o mundo chegaram também aqui" (At 17.6). Deus tenha misericórdia dos pastores cujo alvo principal é o crescimento das suas organizações e a manutenção da paz e da harmonia. Eles até poderão fugir das polêmicas, mas não escaparão do tribunal de Cristo. (de: "Alle Wege führen nach Rom")

segunda-feira, 3 de maio de 2010

EM BUSCA DE IDEAIS

Não é necessário ser um teólogo para perceber que nos convertemos em 3 níveis: 1) o mais elementar acontece quando nos convertemos dos falsos deuses ao Deus verdadeiro; 2) o seguinte é quando nos convertemos do nosso egoísmo ao senhorio de Cristo e entregamos as rédeas de nossa vida nas mãos de Deus, é um nível mais digno, quando já não sou eu mais que vivo, mas Cristo vive em mim. 3) o nível mais nobre de nossa conversão acontece quando nos convertemos a causa de Cristo. Somente então ele passa a ser realmente a razão do nosso viver. Abraçar o ideal de Cristo é o que nos motiva a vencer os períodos de depressão, a tentação da carne e o egoísmo.
Alguém já disse que os ideais são como estrelas: “não podemos tocá-las, mas assim como os navegantes dos mares, podemos escolhe-las como guias, e segui-las”. Meu desejo é que você abrace a causa de Cristo com o mesmo ardor e a mesma determinação com que abraçaram homens como Josué, que trilharam a senda do evangelho com determinação e graça. Quero compartilhar algumas verdade que fui motivado a escrever ao reler alguns textos do Pr. Ricardo Gondim. Nosso texto base é Josué 1.1-9.
1. QUANDO ABRAÇAMOS A CAUSA DO REINO, ASSUMIMOS O NOSSO PAPEL HISTÓRICOMoisés morreu. Alguém precisa substituí-lo, tomar o bastão e seguir adiante. Precisa ser alguém que esteja disposto a exercer o seu papel histórico.
Hoje, talvez mais do que nunca, o mundo precisa de uma igreja que assuma o seu papel histórico. Uma igreja que não esteja em busca apenas de bênçãos temporais, mas que esteja levantando os olhos para as nações que precisam ser alcançadas por Jesus Cristo.
Deus está procurando homens e mulheres que queiram assumir as suas responsabilidades no seu contexto histórico e que tomem o firme propósito de não permitirem que os anos passem, virem décadas e que as décadas passem por sua vida enquanto eternamente se prometem que um dia levarão as coisas de Deus a sério.
2. QUANDO ABRAÇAMOS A CAUSA DO REINO, AS FRONTEIRAS DOS NOSSOS SONHOS DEIXAM DE SER MEDÍOCRES
Após dizer a Josué que chegara a hora de assumir seu papel histórico, Deus promete alargar as fronteiras dos seus sonhos: “Como prometi a Moisés, todo lugar onde puserem as plantas dos vossos pés eu darei a vocês. Seu território se estenderá do deserto ao Líbano, e do Grande Rio Eufrates, a toda a terra dos hititas, até o Mar Grande, no oeste” (Js 1.3,4). As fronteiras dos sonhos de Josué deixariam de ser medíocres.
Quando nos comprometemos com o Reino de Deus, começamos a pensar grande. Deixamos de ser um povo que pensa pequeno, com sonhos mesquinhos, para ter as fronteiras dos nossos sonhos expandidas pelo próprio Deus!
Tenho grande admiração pela história de John Wesley, pregador inglês do século XIX, por sua visão extraordinária. Observe a agenda de estudos deste homem:
• Segundas e terças – Grego, história romana e literatura
• Quartas – Lógica e ética
• Quintas – Hebraico e Árabe
• Sextas – Metafísica e Filosofia Natural
• Sábados – Composição de oratória e Poesia
• Domingos – Divindade
Ele ainda encontrava tempo para estudar francês e Matemática, além de conduzir experimentos em Ótica!
Contudo, John Wesley pregou durante toda a sua vida uma média de 3 sermãos por dia, durante 54 anos, perfazendo um total de 44.000 mensagens. Viajou no lombo de um cavalo 320.000 km, ou cerca de 8.000 km por ano. Publicou um comentário de 4 volumes sobre a Bíblia, um dicionário de inglês, 5 volumes sobre filosofia, 4 volumes sobre história da igreja, livros de gramática inglesa, hebraica, francesa e grega. Escreveu 3 volumes sobre música clássica, e o seu jornal que no final da sua vida totalizou 50 volumes!
Ao ler isso sinto até vergonha! Mais ao final da sua vida a igreja Metodista era a segunda força dentro do protestantismo no mundo, e a maior igreja evangélica dentro dos EUA no século XIX. Isso tudo aconteceu no período de uma vida! Parece que o que falta em nossa sociedade hoje são homens e mulheres com esse calibre de luta!
Necessitamos de gente que saiba sonhar de novo. Precisamos de pessoas...
• ...cujo maior aplauso venha de Deus;
• ...cujo exemplo seja uma inspiração;
• ...que amem mais a humildade o que a propaganda;
• ...conhecidos e amados no céus;
• ...conhecidos e temidos no inferno!
Ora, se o mundo do cego é limitado pelos olhos que não vêem e o do ignorante pelo conhecimento que não possui, o mundo do medíocre é limitado pelos sonhos que não possui.
Uma geração pobre não é aquela sem riquezas, e sim aquela que não possui homens e mulheres que saibam sonhar. Uma das maiores tragédias de nossos dias é a falência dos sonhos e ideais...
Somos uma geração de brinquedos caros, mas de alma vazia, sem causas para defender, sem qualquer projeto pelo qual valha a pensa morrer. Tornamo-nos homens e mulheres voltados apenas para nossos empreendimentos sociais.
Gostaria de ajudar as pessoas a expandirem as fronteiras dos seus sonhos. Assim como na vida de Josué, Deus quer fazer grandes coisas de nossas vidas, mas quantas vezes trocamos os sonhos e projetos de Deus, que são eternos, por aquilo que passa como a neblina da manhã.
3. QUANDO ABRAÇAMOS A CAUSA DO REINO, NENHUM INIMIGO É INVENCÍVEL
Deus chamou Josué e disse: “Ninguém conseguirá resistir a você todos os dias da sua vida”.
Um inimigo é um perigo não pelo que ele possa fazer a mim, mas pelo que eu faço a mim mesmo diante dele. Como disse o filósofo: “não importam o que fazem comigo, mas o que eu faço com o que fazem comigo”. Seremos derrotados quando permitirmos que o medo e a hesitação se apoderem de nós. Ninguém poderia resistir a Josué por causa do ideal que ele abraçara e por causa do Deus que estava por trás desta causa.
Alguns homens que abraçaram o ideal de Deus:
ORLANDO BOYER, autor do livro: Heróis da Fé, quando completou 70 anos a missão americana o aposentou compulsoriamente e o enviou a um asilo de missionários nos EUA. Quando sua esposa faleceu ele solicitou a missão americana enviasse as despesas com o funeral. Ele levou o corpo de sua esposa até a funerária, deu-he um beijo na testa e saiu. Dois dias depois, o corpo ainda permanecia na funerária, que sem saber o que fazer, ligou para a Agencia Missionária, que informou que já havia enviando o dinheiro do funeral, mas que não sabia onde estava o marido! Finalmente descobriram que com o dinheiro do enterro, Orlando Boyer comprou uma passagem para o Brasil e quando foram procurá-lo ele já estava em Pindamonhangaba traduzindo livros para o português!
ROBERT MOFAT, passou 29 anos traduzindo a Bíblia para uma tribo Africana;
DAVID LIVINGSTONE, Médico inglês, explorados da coroa Britânica e Missionário no coração, se embrenhou no interior da áfrica para cuidar de tuberculosos. Já velho, o seu corpo foi encontrado ajoelhado ao lado da sua cama na manhã do dia 1º de maio de 1873. Os africanos, depois de arrancarem o seu coração com um punhal, disseram: “os ingleses podem levar o seu corpo de volta para a Inglaterra, mas o seu coração pertence aos africanos”. E ali, sob uma árvore, abriram um pequeno buraco no chão e enterraram o coração de seu querido missionário.
CONCLUSÃO
Quando abraçamos o ideal de Deus seremos bem sucedido em tudo o que fizermos, pois essa é a verdadeira prosperidade. Até as coisas mais simples que fazemos Deus está por trás delas. Conta-se que em uma pequena cidade no interior da Inglaterra, chamada Rochesterum homem que pouquíssimas pessoas ouviram falar, chamado John Egglen, observava por detrás da janela da sua casa uma grande nevasca que estava caindo. Ele estava sem a mínima vontade de ir ao culto, mas sendo um presbítero da igreja, e sabendo que o Pastor morava longe da igreja e devido a nevasca possivelmente não conseguiria chegar ao culto, pensou: Sou um presbítero da igreja e preciso ir pelo menos abrir a igreja para algum crente que tenha coragem de enfrentar essa nevasca. Alguns irmãos foram a este culto, mas não havia ninguém para pregar naquela noite, então John se sentiu na obrigação de pregar, mas ele não sabia pregar e a sua mensagem foi monótona e redundante, tudo o que ele conseguia dizer era: “Olhe para Jesus, olhe para Jesus, olhe para Jesus”.
Acontece que estava ali um adolescente de 13 anos e essas palavras entraram como uma flecha no seu coração. Ele olhou de fato para Jesus, e entregou-lhe a vida ali mesmo. O nome desse adolescente era Charles Spurgeon, considerado hoje como um dos maiores pregadores que a história do cristianismo já conheceu, chamado de “o príncipe dos pregadores”.
Quando abraçamos a causa do Reino de Deus, o próprio Deus se torna nosso companheiro: “...pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar” (Josué 1.9). Disse Jesus: “Eu estarei convosco todos os dias até a consumação dos séculos”.

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quarta-feira, 28 de abril de 2010

Chorando pelas almas enganadas - Paul Washer

Hoje em dia, quantas almas perdem a oportunidade de conhecer o verdadeiro evangelho de Cristo? Quais os motivos que implicam esse fato? Será que a forma de evangelizar realmente está de acordo com o mandamento de Cristo?
O que se sabe é que os cristãos precisam buscar mais a Deus. A única fonte inesgotável de misericórdia e Amor!

Nestes poucos minutos de ministração, Paul Washer nos impulsiova a vivermos e pregarmos o evangelho de forma simples e verdadeira.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Padres, pedofilia e homossexualismo: a verdade que ainda não saiu do armário

Julio Severo

Resumo: Embora a pederastia tenha uma ligação clara, natural e inegável com a homossexualidade, o que se vê na mídia é pederastia dentro das igrejas, pederastia dentro das famílias, mas jamais pederastia dentro do homossexualismo, num esforço flagrante de negar o inegável.

Sem dúvida alguma, uma das questões mais importantes do catolicismo é sua proibição ao casamento dos padres.

Mesmo assim, nenhum homem é obrigado a se manter padre se sente fortes desejos sexuais. Ele pode simplesmente largar a batina e se casar com uma mulher. Mas se seus desejos não são normais — isto é, se ele se sente atraído não por uma mulher, mas por outros homens ou meninos —, o casamento com uma mulher é inútil para resolver seus problemas.

Portanto, o celibato não está levando automaticamente os padres à pedofilia, como imaginam alguns, pois um padre que quer casar tem a liberdade de largar a batina e escolher uma esposa. Nenhum padre é obrigado a estuprar meninos se sente desejos sexuais. Esse problema tem outra causa.

A pedofilia e suas causas

A questão do abuso sexual de meninos também é mencionada no Novo Testamento, embora tal menção ocorra somente no original grego: “Não sabeis que os injustos não hão de herdar o Reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o Reino de Deus”. (1 Coríntios 6:9-10 RC, o destaque é meu.)

Essa passagem menciona dois tipos de homossexuais: os efeminados e os sodomitas. De acordo com o léxico grego do programa Online Bible (versão 2), a palavra efeminados vem da palavra grega malakos, que significa delicado, suave, o homem que submete seu corpo à imoralidade contra a natureza; prostituta masculina. De acordo com o léxico analítico do programa Bible Windows (versão 6.01), a palavra sodomitas vem da palavra grega arsenokoites, que significa um adulto do sexo masculino que pratica relações sexuais com outro adulto ou menino do sexo masculino. Assim, o termo sodomita aí pode ser traduzido homossexual ativo e pederasta. A palavra arsenokoites também se encontra em 1 Timóteo 1:10.

Outra versão da Bíblia declara: “Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus”. (1 Coríntios 6:9-10 NVI, o destaque é meu.)

Efeminados, ou homossexuais passivos, são os homens com trejeitos, delicados e suaves, que agem e fazem papel de mulher. Sodomitas, ou homossexuais ativos, são os homens que fazem papel de “macho”, usando outro homem (ou menino) como se fosse mulher. Embora as duas condutas homossexuais sejam biblicamente condenadas, o abuso sexual de meninos está diretamente ligado não aos efeminados, mas exclusivamente aos sodomitas.

O que a realidade também mostra? Um pediatra que estupra meninos comete esse tipo de crime só porque é pediatra? Claro que não. Ele faz isso porque tem problemas homossexuais. No caso do padre pederasta, não é diferente: ele tem preferência sexual por meninos justamente porque tem os mesmos problemas. É exatamente essa informação importante que os meios de comunicação estão deixando de divulgar para o público. Isso é não é um tipo de censura astuta?

É de chamar a atenção como a mídia mostra todos os detalhes de escândalos de abuso sexual contra meninos sem nunca mencionar a palavra homossexual. O noticiário da TV também mostra pediatras e outros profissionais envolvidos em crimes sexuais contra meninos, sempre omitindo o termo gay ou homossexual, porém jamais omitindo a palavra pedofilia.

Pedofilia é o termo geral que designa o abuso sexual contra meninos e meninas. Pederasta é um termo mais restrito que se aplica somente aos homens que abusam de meninos. De acordo com o atual Dicionário Merriam-Webster, pederasta vem da palavra grega paiderastes, que significa literalmente amante de meninos. Na sua primeira versão, do século XIX, o Dicionário Webster definia assim pederastia: sodomia, crime contra a natureza. O próprio Dicionário Aurélio destaca que, por extensão, pederastia significa homossexualismo masculino. Assim, todo pederasta é pedófilo e homossexual ativo (ou sodomita), mas nem todo pedófilo é pederasta.

Para que não se entenda incorretamente que todos os praticantes do homossexualismo são pederastas, alertamos que todas as referências deste artigo à palavra homossexual se aplicam exclusivamente aos sodomitas, ou homossexuais ativos, pois é só nesses casos que a pederastia tem, conforme a Bíblia, ligação fundamental.

A mídia liberal aplaude indisfarçadamente os homens que assumem publicamente sua homossexualidade, como se os estivesse ajudando a se libertar de um estado de opressão — e esse ato de assumir se chama sair do armário. Na verdade, muitos praticantes do homossexualismo só se assumem publicamente pela metade, deixando escondidas no fundo do armário suas preferências sexuais que o público ainda não está preparado para aceitar. Por quanto tempo a pederastia deles ficará no armário?

Contudo, o tratamento dispensado aos padres que “gostam” de meninos é totalmente diferente e inverso. A pederastia deles é arrancada do armário, mas o homossexualismo não. Numa genuína atitude de preconceito e intolerância contra a verdade, os liberais fazem tudo o que podem para que o homossexualismo dos padres pederastas nunca saia do escuro armário dos segredos homossexuais.

No caso dos padres que conseguem esconder sua homossexualidade, um casamento com uma mulher adiantaria? Um casamento seria a solução para padres com tendências pederastas? Sabemos que os praticantes do homossexualismo são capazes de se casar, ter filhos e manter uma vida dupla — às vezes até de pederastas. O casamento, nesse caso, só funciona para acobertar crimes.

Já que o casamento em si não resolve o problema de padres (ou turistas, psicólogos, jornalistas, pediatras, professores, etc.) que gostam sexualmente de meninos, o que então resolve? Na questão católica, lidar diretamente com a raiz do problema: a presença homossexual no clero católico. Entretanto, a intenção da mídia não é ajudar o clero católico a lidar com esse problema, mas usar o problema — não contra o homossexualismo — mas contra o próprio clero e seus valores conservadores.

Pedofilia como arma de guerra contra os cristãos

Nas notícias sobre padres pegos em abuso sexual de meninos, há uma insistência de se destacar o abuso, sem jamais citar nada que poderia minimamente levar o público a se lembrar de homossexualidade. Contudo, quando o homossexualismo e os que o praticam aparecem no noticiário, há todo cuidado para que de forma alguma a palavra pedofilia seja mencionada, a fim que o público nunca consiga associar um com o outro.

Para a imprensa liberal, o importante é que as pessoas sejam condicionadas a associar o abuso sexual de meninos principalmente à Igreja Católica e, por extensão, aos valores cristãos, que ficarão injustamente na posição desagradável de serem vistos, direta ou indiretamente, como as causas do abuso sexual de crianças. Nessa exibição desonesta e desequilibrada dos fatos, o homossexualismo e seus praticantes — que são as verdadeiras causas do abuso sexual contra os meninos — escapam impunes, enquanto o Cristianismo e seus valores servem de bode expiatório para tudo o que o próprio homossexualismo vem fazendo contras os meninos.

Entretanto, a imprensa jamais faria a esquerda de bode expiatório desse mesmo problema, a fim de atacar os valores esquerdistas e liberais. Aliás, esse problema é tratado como se não existisse entre indivíduos liberais e esquerdistas que não vivem de acordo com princípios morais e cristãos. Mas não é difícil imaginar a realidade. Se com alguns padres homossexuais, a Igreja Católica enfrenta casos de violência sexual contra meninos, o que dizer então dos meios liberais, onde há números bem maiores de homossexuais? Por que não investigar o sexo com meninos onde há mais homossexualismo? Se num ambiente em que o homossexualismo é proibido há casos de pederastia que são expostos, por que acobertar os ambientes onde o homossexualismo é livre? Nos meios liberais esquerdistas, a verdade ainda não saiu do armário.

Se a relação sexual entre homens e meninos é tão condenável, por que a imprensa não revela o fato óbvio da ligação natural entre esse crime e o comportamento sexual mais protegido e afagado nos meios politicamente corretos? Não é a primeira vez que um problema ligado ao homossexualismo é acobertado pelos formadores de opinião pública. A crise da AIDS, por exemplo, é uma questão séria, porém a imprensa liberal colaborou docilmente com os ativistas gays que, anos atrás, iniciaram o trabalho sujo de realizar uma sistemática cirurgia cultural, política, legal e “científica”, desunindo artificialmente a AIDS de seu principal fator de propagação: os imorais e prejudiciais atos sexuais dos praticantes do homossexualismo.

Se o abuso sexual contra meninos merece medidas enérgicas de condenação e repressão, então por que a imprensa liberal insiste em se doer pelos ativistas gays que se queixam de que a Igreja Católica não abre espaço para aceitar e sancionar o homossexualismo? Por que os liberais não ajudam o clero católico em sua posição oficial de não ceder aos ativistas gays que querem a todo custo a aprovação oficial da ordenação de padres homossexuais? Sem tal ordenação oficial, o clero católico já enfrenta problemas pesados por causa do homossexualismo. Não dá então nem para começar a imaginar o que aconteceria se o clero se submetesse às pressões liberais pró-homossexualismo.

As notícias de pedofilia na Igreja Católica são um alerta contra os perigos do homossexualismo

As denúncias de abuso sexual dentro do clero católico são um poderoso alerta para a sociedade, imprensa e igrejas evangélicas do que o homossexualismo pode fazer com homens em posição de liderança. Se a presença homossexual representa grande ameaça para os meninos até em meios conservadores, o que dizer então dos meios menos conservadores, onde o homossexualismo continua insistentemente acobertado? O que dizer, por exemplo, dos ambientes em que pastores evangélicos e profissionais de psicologia apóiam os valores do movimento homossexual? Por isso, é preciso urgentemente abrir os olhos para o lado sombrio e bárbaro do comportamento homossexual. Afinal, se não há vontade social, individual, política e legal de enfrentar esse problema de frente, então por que desperdiçar o tempo atacando o crime de sexo com meninos mantendo suas causas escondidas no fundo do armário?

Se a pederastia é um crime tão grave, por que a imprensa não toma a iniciativa de lançar uma campanha em massa contra o homossexualismo?

Se o abuso sexual de meninos é de fato uma preocupação importante para o governo e para a mídia liberal, então por que quando se trata dessa questão o alvo invariavelmente é o clero católico, não os ativistas gays? Por que não fazer de alvo a indústria turística do Brasil, que recebe muita ajuda da indústria da prostituição, inclusive infantil? Não é possível contabilizar os números, mas é certo que o turismo é um negócio monumental e milionário no Brasil, envolvendo governo, empresas hoteleiras, etc. As denúncias de pederastia contra a Igreja Católica a fazem parecer a própria fonte desse mal, enquanto escapam ilesos os ricos turistas homossexuais estrangeiros e os indivíduos envolvidos em grandes esquemas de acobertamento da sistemática pedofilia turística.

Por que a imprensa liberal não menciona que os casos de pederastia na Igreja Católica estão ligados ao homossexualismo? Por que não menciona que a pederastia é um problema grave em todos os segmentos sociais — sejam religiosos, profissionais, esportistas, etc. — em que há presença forte de homens homossexuais? Por que, em suas notícias e comentários sobre padres estupradores de meninos, os jornalistas liberais não comentam sobre a necessidade de se eliminar a ameaça homossexual dentro da Igreja Católica?

Portanto, só um indivíduo moralmente cego não consegue enxergar manobras e discrepâncias na desesperada tentativa de proteger o homossexualismo dos estupradores de meninos. Tais manobras ficarão eternamente restritas às notícias envolvendo católicos? Nós evangélicos teremos isenção especial da imprensa? Até quando estaremos protegidos dos ataques preconceituosos e traiçoeiros da mídia liberal? Até quando?

O que os próprios ativistas gays dizem

Nem todo praticante do homossexualismo é pederasta, mas a pederastia tem uma ligação fundamental com o homossexualismo. Aliás, a maior organização de pederastas do mundo é a NAMBLA (North American Man-Boy Association, cuja tradução é Associação Norte Americana de Amor Entre Homens e Meninos). A NAMBLA é totalmente composta por membros homossexuais. Os próprios ativistas gays às vezes não conseguem esconder sua simpatia para com a pederastia — que eles preferem chamar simplesmente de amor entre homens e meninos. A seguir, o que eles mesmos estão dizendo sobre a questão:

“O amor entre homens e meninos é o alicerce do homossexualismo… Não devemos deixar que a imprensa e o governo nos seduzam e nos façam acreditar em informações erradas. O estupro de crianças realmente existe, mas há também as relações sexuais boas. E precisamos apoiar os homens e os meninos nesses relacionamentos”.[1]

“Pode ser que a pedofilia seja não um desvio sexual, mas uma orientação sexual. Isso nos leva a perguntar se os pedófilos podem ter direitos”.[2]

“Naqueles casos onde crianças têm relações sexuais com um irmão mais velho que é homossexual… minha opinião é que muitas vezes é a própria criança que deseja essa relação, e talvez a peça, por curiosidade natural… ou porque ela é homossexual e instintivamente sabe disso… Diferente de casos de meninas e mulheres estupradas à força e traumatizadas, a maioria dos gays tem boas memórias de seus primeiros encontros sexuais quando eram crianças”.[3]

“Os amantes de meninos e as lésbicas que têm amantes mais jovens são as únicas pessoas que estão se oferecendo para ajudar os jovens… Eles não são estupradores de crianças. Os estupradores de crianças são os padres, os professores, os terapeutas, os policiais e os pais que forçam os jovens, que estão sob sua responsabilidade, a aceitar sua moralidade fora de moda. Em vez de condenar os pedófilos por seu envolvimento com jovens gays e lésbicas, devíamos apoiá-los”.[4]

“Na minha opinião, a pederastia devia receber o selo de aprovação. Acho que é verdade que os amantes de meninos são muito melhores para as crianças do que os pais…”[5]

“Sexo entre jovens e adultos é uma das questões mais difíceis no movimento gay. Quando é que um jovem tem o direito e a autoridade de fazer suas próprias decisões sexuais? De que modo as leis contra sexo entre adultos e crianças são usadas especificamente para mirar os gays?”[6]

“Se eu fosse examinar o caso de um menino de 10 ou 11 anos que sente intensa atração por um homem de 20 ou 30 anos, se o relacionamento é totalmente mútuo e o amor é totalmente mútuo, então eu não chamaria isso de doentio de forma alguma… Quando os ativistas gays começaram suas campanhas políticas, não havia suficientes informações científicas com que basear sua luta para promover os direitos gays. Mas não se precisa de informações cientificas essenciais a fim de se trabalhar ativamente para promover uma ideologia específica, enquanto se está preparado para ir para a cadeia. Não é desse jeito realmente que sempre ocorrem as mudanças sociais?”[7]

“Nos casos de consentimento mútuo e atração sexual mútua, a própria atividade sexual [entre homens e meninos] parece não produzir nenhum efeito danoso. Espera-se que isso possa tranqüilizar os pais e ajudá-los a evitar preocupações e desilusões desnecessárias”.[8]

“Até o momento as crianças estão aprendendo mentiras destrutivas sobre o sexo. Elas são ensinadas que antes de alcançarem a maioridade… qualquer expressão sexual delas equivale a um ato criminoso. Podemos nos orgulhar de que o movimento gay abriga em seu meio indivíduos que têm tido a coragem de declarar publicamente que as crianças têm uma natureza sexual e que elas merecem o direito de se expressar sexualmente com quem quiserem… Contudo, nem sempre podemos nos orgulhar do modo como a sociedade trata nossos profetas… Precisamos dar atenção aos nossos profetas. Em vez de ficarmos com medo de nos considerarem pedófilos, devemos ter orgulho de proclamar que o sexo é bom, inclusive a sexualidade das crianças… Embora vivamos cercados de moralistas religiosos que pregam destrutivas regras contra o sexo, é nosso dever não ter vergonha de quebrar essas regras e demonstrar que somos leais a um conceito mais elevado de amor. Temos de fazer isso por amor às crianças”.[9]

Além do testemunho dos próprios ativistas gays, há informações importantes de outras fontes. No documento Homosexuality and Child Sexual Abuse (Homossexualidade e Abuso Sexual Infantil), o autor Dr. Timothy J. Dailey revela:

  • Um terço de todos os crimes sexuais contra crianças são cometidos contra meninos.

  • Os homossexuais compõem somente 1 a 3 por cento de toda a população. Esses 1 a 3 por cento da população são responsáveis por um terço de todos os crimes contra as crianças.

  • No Gay Report (Relatório Gay), elaborado pelos pesquisadores homossexuais Karla Jay e Allen Young, os autores informam dados que mostram que 73 por cento dos homossexuais entrevistados na pesquisa haviam em algum momento de suas vidas tido sexo com rapazes de dezesseis a dezenove anos ou mais novos. [10]


Condenando as verdadeiras causas do abuso sexual contra meninos

A condenação à pederastia é certa e deveria ser contínua e firme, porém a condenação à pederastia praticamente restringe-se à família e à Igreja Católica, como se essas duas instituições fossem as causas do comportamento de homens que têm relações sexuais com meninos. A condenação à pederastia no meio da Igreja Católica tem sido um instrumento para questionar também as posições morais cristãs conservadoras. O discurso contra a pederastia tem sido habilmente usado para sufocar e envergonhar a Igreja Católica em sua posição em questões como aborto e homossexualismo, a fim de denegrir sua postura moral.

Contudo, quem já pensou em utilizar a pederastia para “denegrir” o homossexualismo? Embora haja uma ligação natural entre essas duas condutas, seríamos tratados impiedosamente se tentássemos mostrar a pederastia entre os homossexuais do jeito que a imprensa mostra a pederastia entre alguns padres.

Se a imprensa quer ajudar, a verdade deve ser dita — a verdade precisa sair do armário. Os padres, turistas, jornalistas, médicos, pediatras, pastores, psicólogos, professores, artistas e outros profissionais envolvidos sexualmente com meninos devem ser punidos por seus crimes homossexuais e o homossexualismo precisa ser colocado na merecida categoria de fator de risco para abuso sexual de meninos. A própria Igreja Católica precisa fazer muito mais para punir os homossexuais pederastas em seu clero — até mesmo entregando-os às autoridades civis. O governo precisa garantir penas maiores e mais duras contra esse tipo de crime — até mesmo pena capital. A imprensa, as escolas e o governo precisam apoiar e encorajar a oposição ao homossexualismo.

O que deveria ser feito é atacar o homossexualismo entre padres, pois casos de pederastia na Igreja Católica ou qualquer outro lugar têm causa comum. Mas a apresentação de casos de violência sexual contra meninos na mídia tem desvinculado de tal forma a pederastia dos homossexuais e do homossexualismo — vinculando-a em vez disso aos valores morais conservadores — que tal propaganda poderá efetuar uma lavagem cerebral no público, levando-o a questionar: “Como é que os padres condenam algo bom (o homossexualismo), mas praticam algo tão pervertido (sexo com meninos)?”

Pedofilia politicamente correta

A Igreja Católica possui valores morais detestáveis para a elite liberal de hoje. Apenas dois desses valores são a oposição bíblica ao homossexualismo e ao aborto. Assim, toda vez que surge flagrante de padre pederasta, a imprensa esquerdista aproveita para atacar “indiretamente” esses valores, destacando nitidamente a pedofilia dos padres — uma pedofilia deliberadamente castrada, uma pedofilia politicamente correta, onde sexo entre homem e menino é completamente divorciado de suas óbvias raízes homossexuais.

Contudo, com católicos progressistas como “Frei” Betto e Leonardo Boff, a imprensa esquerdista é muito mais generosa, não permitindo que nenhum tipo de problema moral seja manipulado desfavoravelmente contra eles. A pederastia então, quando abordada na questão católica, é uma poderosa arma política devidamente utilizada para ajudar a silenciar a voz dos católicos conservadores. Os progressistas são convenientemente protegidos.

No entanto, é de estranhar que a mídia respeite mais o homossexualismo do que respeita os católicos, pois em todos os casos mundiais envolvendo sexo entre homens e meninos o problema maior não é a Igreja Católica nem sua postura tradicional contra o homossexualismo. Mesmo em países e lugares onde não há católicos, há casos de sexo entre homens e meninos. Se a pederastia estivesse ligada exclusivamente ao celibato dos padres, não veríamos casos de médicos, advogados, professores, psicólogos e até pastores casados estuprando meninos. Em todas essas situações, o único e exclusivo culpado não é a Igreja Católica, mas o homossexualismo.

Se a elite liberal não fosse cega a essa óbvia realidade, não haveria apoio a Paradas do Orgulho Gay, não haveria simpatia às reivindicações dos ativistas gays e não haveria, entre alguns evangélicos, abertura para a ordenação ou tolerância dos praticantes do homossexualismo em posição de liderança nas igrejas.

Mas a questão envolve muito mais do que só cegueira moral. Como é que a imprensa liberal, onde há reconhecidamente grande número de integrantes homossexuais, terá desejo de falar a verdade acerca do homossexualismo? Embora sejam completamente falsos e enganadores os dados estatísticos alegando que 10% da população brasileira são homossexuais, não se pode dizer a mesma verdade sobre os meios de comunicação, onde 10% deve ser pouco. Na questão homossexual, há segredos dos liberais que ainda não saíram de seus lábios — nem do armário.

A pederastia, na mente da mídia esquerdista, nada tem a ver com homossexualismo ou católicos progressistas. Pederastia tem tudo a ver com o conservadorismo católico que crê que o homossexualismo e outros conceitos politicamente corretos são errados. A solução implícita então é eliminar o problema…

Propaganda mentirosa: negando o inegável

Muitos anarquistas sociais, inclusive os ativistas gays e as feministas, odeiam a estrutura tradicional da família e das igrejas cristãs. E eles sabem que a acusação de pedofilia é pesada o suficiente para atrair o apoio do público para proteger as crianças e atacar as causas. Embora a pederastia tenha uma ligação clara, natural e inegável com a homossexualidade, o que se vê na mídia é pederastia dentro das igrejas, pederastia dentro das famílias, mas jamais pederastia dentro do homossexualismo, num esforço flagrante de negar o inegável. É como se pederastia tivesse tudo a ver com igrejas e famílias, mas nada a ver com homossexualismo. De onde está vindo essa imagem deturpada da realidade? Dos meios de comunicação — os mesmos meios de comunicação que dão cobertura positiva e favoritismo para as marchas gays e outros eventos que favorecem o homossexualismo.

Tal esforço para desviar a atenção do público das ligações do homossexualismo não se chama jornalismo objetivo e imparcial, muito menos preocupação para combater o preconceito e promover a tolerância, pois na hora de atacar a pederastia, a família e as igrejas jamais são poupadas. Esse esforço se chama propaganda. E a propaganda tem o poder de transformar a mentira em verdade e a verdade em mentira, pelo menos por algum tempo. Joseph Goebbels, chefe de propaganda do governo nazista, afirmou: “A essência da propaganda é ganhar as pessoas para uma idéia de forma tão sincera, com tal vitalidade, que, no final, elas sucumbam a essa idéia completamente, de modo que nunca mais escapem dela”.[10] E o próprio Hitler disse: “Diga mentiras grandes; diga-as de forma simples, repita-as constantemente, tantas vezes quantas você puder, até que as pessoas comecem a acreditar no que você está dizendo”.[11]

Temo que se por preconceito religioso nós evangélicos nos alegrarmos com os ataques da imprensa contra a Igreja Católica nessa questão, poderemos criar condições para que a imprensa possa efetuar muitos outros ataques contra outros cristãos.

Devemos ficar sempre desconfiados e alertas quanto à mídia liberal. Precisamos ser cuidadosos e não fazer pouco caso do que está acontecendo com os católicos. Se os liberais conseguem, numa astúcia de serpente traiçoeira, jogar a culpa dos crimes do homossexualismo sobre a Igreja Católica a fim de desmoralizar os valores cristãos e desviar a atenção da ligação óbvia entre pederastia e homossexualismo, devemos nos preocupar que cedo ou tarde eles possam usar estratégias igualmente diabólicas contra as igrejas evangélicas.

Contudo, quando a pederastia não mais puder ser desunida de sua óbvia ligação ao homossexualismo e se a repressão aos crimes de pederastia ameaçar colocar em risco a sobrevivência política e legal do homossexualismo e sua confortável posição social hoje, os ativistas gays tentarão trabalhar a suavização das questões de sexo com meninos.

Os homossexuais só estão saindo do armário hoje porque o terreno foi, durante muitos anos, devidamente preparado para que os homens pudessem assumir sua homossexualidade sem sofrerem condenação pública. É de temer que quando a pederastia finalmente sair do armário de sua ligação com o homossexualismo, o terreno também já estará devidamente preparado para que não mais haja condenação para os homossexuais que “amam” meninos.

Ninguém esperava que chegaria um tempo em que o homossexualismo seria aceito na sociedade, mas chegou. Se o tempo da pederastia também chegar, então os padres (ou professores, psicólogos, turistas, pediatras, etc.) pederastas serão publicamente elogiados e recompensados — com direito a indenizações, cotas, proteção especial e liberdade de beijar meninos em restaurantes e parques — pelos anos em que sofreram discriminação, humilhações, ódio e intolerância por causa de seu “amor” para com meninos.

Julio Severo é autor do livro O Movimento Homossexual, publicado pela Editora Betânia.

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